Mais um crime chocou não só os moradores de Realengo, na Zona Oeste, mas todo o Brasil, pois uma menina de apenas 7 anos de idade foi internada no Hospital Municipal Albert Schweitzer com lesões em várias partes do corpo. O fato se deu na última segunda-feira, dia 5 e até hoje a criança encontra-se internada. Quem levou a menina para ser atendida foi sua própria mãe, de 44 anos que acabou sendo presa, acusada de estuprar a filha e também de agredi-la.

A mulher levou sua filha em uma unidade de atendimento médico, na Zona Norte e ela foi atendida. Segundo a mãe, a criança tinha caído em casa mesmo, só que os médicos resolveram chamar a polícia porque os machucados não coincidiam com a história contada pela mulher.

Publicidade
Publicidade

Outra questão levantada pelos médicos é que a menina estava com diversos sinais que apontavam uma possível violência sexual. O estado da criança era tão grave que foi preciso removê-la para o hospital.

A polícia não teve dúvida, autuou a mãe em flagrante e ela foi presa por maus tratos, lesão corporal grave e #Estupro. Porém, a mulher acabou conseguindo liberdade provisória, concedida pela juíza Marcela Caram. De acordo com a magistrada não é preciso mantê-la em prisão provisória, uma vez que foi ela mesma que levou a criança para atendimento médico e tem ainda a questão de que não há, pelo menos por enquanto, um laudo ou depoimento da menina.

Uma tia da criança foi chamada para ficar com ela no hospital e contou que a mãe da garota ficava introduzindo vários objetos nos órgãos sexuais da filha e sempre fazia isso acompanhada do pai da menina, que inclusive estava abusando sexualmente dela.

Publicidade

Quando a menina nasceu, ficou sob os cuidados de uma mulher até pouco tempo, só que ela faleceu e por isso a criança foi encaminhada para a casa de sua mãe biológica e desde então tem sofrido violência física e sexual.

A mãe continua em liberdade provisória e nem o pai da garota ainda foi chamado para prestar depoimento. Agora a polícia vai investigar o caso, inclusive o fato da tia saber de tudo isso e não ter feito a denúncia antes. #Violência #Casos de polícia