As principais torcidas organizadas do estado de São Paulo se reuniram nesse último domingo (04) na frente do estádio do Pacaembu para fazerem cânticos em apoio total às vítimas da tragédia do voo da #Chapecoense, acontecido na madrugada da última terça-feira (29). Na ocasião do acidente, 71 pessoas perderam a vida e apenas 6 foram resgatados com vida. 19 jogadores da Chapecoense morreram e a equipe catarinense deixou de disputar a última partida do campeonato brasileiro de 2016. Além de não ir a campo em busca do título da Copa Sul-Americana, por conta da tragédia.

Com isso, as torcidas organizadas: Independente (São Paulo), Mancha Alviverde (Palmeiras), Gaviões da Fiel (Corinthians) e Torcida Jovem (Santos), apesar da rivalidade, decidiram se reunir em um local público para prestar várias homenagens às famílias dos mortos e a toda a equipe da #Chape. “Hoje começa um novo elo, os presidentes das torcidas precisam conversar.

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Quer saber? A partir de hoje, morte já era. A gente quer poder torcer sem a violência”, disse um dos líderes da torcida Independente, em entrevista ao canal de esportes Esporte Interativo. Assista ao vídeo.:

Para um torcedor, que prestigiou o evento desde o início, as torcidas organizadas não apresentam apenas violência. Para ele as organizadas querem “paz nos estádios”, e liberdade também. O torcedor, inclusive, citou que as organizadas têm muitas crianças e por isso demonstram que querem paz.

Já com relação ao movimento pró-Chape, um minuto de silêncio foi respeitado pelas torcidas na Praça Charles Miller, na cidade de São Paulo, local onde está situado o estádio do Pacaembu. Logo depois disso, as torcidas também fizeram uma reza pelas vítimas. E ao final, como está no vídeo, todos os torcedores passaram a cantar uma das canções que têm se tornado um hino em praticamente todos os estádios futebolísticos do Brasil como também do mundo: “Vamos, vamos Chape”.

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Detalhe: os torcedores de São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Santos, enquanto cantavam, passaram a se abraçar, em um ato total de solidariedade.