Leonardo Ferreira, foi apontado como o mandante do assassinato do cabo do BOPE, Claudemir Sousa, e negou ter encomendado a morte do policial. Leonardo que é chefe do pátio do aeroporto, informou que não existe namorada, nem mulher nenhuma envolvida, que se quer conhecia Claudemir, disse ele.

Ele também nega rumores que afirmaram que ele era agiota, disse que é apenas funcionário da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). E reafirma ser inocente em qualquer tipo de participação na execução de Claudemir.

De acordo com Grupo de Repressão ao #Crime Organizado (Greco), que está afrente das investigações.

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Seis pessoas estariam envolvidas na morte do cabo, e já vinham se reunindo e arquitetando, o momento exato de executarem o policial. A polícia chegou às seis pessoas através do depoimento dos primeiros a serem presos. Que informaram que Leonardo teria encomendado a morte de Claudemir, por ciúmes de uma mulher que o cabo estaria tendo um envolvimento amoroso. As investigações do caso continuam para identificar se houve alguma participação da mulher no crime.

O taxista José Roberto Leal da Silva, mais conhecido como “Beto Jamaica”, também afirmou ser inocente, ele teria sido apontado como o articulador, e de conseguir os criminosos para o assassinato. Segundo Roberto apenas almoçou em uma churrascaria, no bairro Mocambinho, com três dos quatros homens envolvidos no crime.

O taxista disse ainda que os homens conversavam na mesa sobre algo, porém não prestou atenção no que se tratava.

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E que após o almoço foi para casa com um dos acusados, Igor Andrade, mas que em nenhum momento, nem ele e nem o carro dele estiveram no local do crime no Conjunto Sacy.

Segundo o secretário de Segurança Pública Fábio Abreu, três homens foram apontados como os executores do PM, Igor Andrade, de 18 anos, Francisco Luan, de 25 anos e Wesley Marlon Silva, de 31 anos, que se encontram presos. O taxista Beto Jamaica foi apontado como o articulador e Leonardo como mandante, eles também estão presos. Outro homem que também estaria envolvido no crime, ainda encontra-se foragido, ele foi identificado apenas como Bruno.

De acordo com Fábio Abreu, o crime é de cunho passional, e espera que Leonardo confesse o verdadeiro motivo, pelo o qual teria mandado ceifar a vida do policial, pois a suspeita seria que a motivação por ciúmes de uma mulher que o cabo teria envolvimento. A vida de Claudemir teria custado R$ 20 mil, valor pago por Leonardo aos criminosos.

#Casos de polícia