Um homem de 43 anos está sendo acudo de ter violentado sexualmente uma menina de 6 anos, na cidade de Dourados, cerca de 225 quilômetros de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul (MS). O acusado que é professor de física, também é o principal suspeito de cometer o mesmo crime em outras três crianças com idade de 6, 7 e 8 anos, durante as aulas.

Segundo o portal de notícias “Campo Grande News”, o pai de uma das vítimas procurou a delegacia da cidade para fazer um Boletim de Ocorrência, relatando que a sua filha tinha sido vítima de violência sexual por um professor de edução física. Conforme consta em seu depoimento, o pai da vítima disse que sua filha começou a ter pesadelos e ficar muito nervosa no mês de novembro, quando os abusos teriam acontecido.

No entanto, o pai perguntou para sua filha o que estava acontecendo, em resposta ela disse que estava sendo abusada na escola onde estudava.

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Segundo o pai, o acusado passava a mão em suas partes íntimas e beijava-a em sua boca e os abusos aconteceram várias vezes. De acordo com a vítima, os abusos eram frequentes e aconteciam sempre da mesma forma, durante as aulas de educação física na escola, o professor levava os alunos para uma quadra poliesportiva e fazia brincadeiras de esconde-esconde.

No entanto, o suspeito ia atrás delas e pedia para passar a mão em suas partes íntimas, em seguida pedia para que as mesmas tirassem as suas roupas para ele ver.

Segundo o pai de uma das vítimas, ao procurar a Delegacia da Mulher ficou sabendo que mais três alunas também procuraram a polícia para denúncia o professor pelo mesmo #Crime. Segundo o homem, ao ir até a escola para fazer uma denúncia contra o acusado, a direção da escola disse que a sua filha estava mentindo e que o professor estava afastado de suas atividades na escola por 40 dias, e o mesmo estava dano aulas em outra escola na mesma cidade.

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A polícia da cidade de Dourados não informou se o acusado foi intimado para prestar o seu depoimento. O caso segue sendo investigado. O portal de notícias “Mídiamax” relatou que entrou em contato coma a Delegacia de Atendimento a Mulher (DEAM), mas não obteve respostas. #Investigação Criminal #Casos de polícia