Mais um dia de comoção para os moradores do bairro Nova Liberdade, na capital sergipana, onde no finalzinho da tarde desta terça-feira (20), uma criança de apenas quatro anos foi alvejada por tiros de arma de fogo. Mesmo sendo levado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), o garoto não foi possível ser salvo pela equipe médica, não resistindo aos ferimentos e chegando a óbito.

Conforme as autoridades, os familiares da vítima divulgaram que a criança fugia de dois indivíduos armados, que, como não a alcançaram, emitiram tiros na direção do garoto, que conseguiu chegar até em casa e se esconder mesmo ferido.

O policiamento por parte da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe informou que, a princípio, a questão estava sendo averiguada pelo Décimo Departamento Metropolitano.

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Entretanto, como a criança chegou a óbito, o caso foi encaminhado para o (DHPP), Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoas. Conforme os agentes da SSP, a investigação das causas caminha em segredo.

Segundo o IML, foi inscrito nas estatísticas do plantão mais três mortes de forma brutal. Três pessoas, na faixa etária entre 23 e 39 anos, foram mortas em Aracaju, na rua B do bairro Coqueiral, outra na Avenida Visconde de Maracaju e a terceira no conjunto Ipes, ambos no bairro Santo Dumont. Ainda conforme o IML, um senhor de 81 anos morreu após tropeçar e cair, ele era residente no conjunto Bugio, localizado na cidade de Aracaju.

Segundo o G1, o Mapa da violência em Sergipe sobre pesquisa do Instituto Sangari, e coordenado pela Área de Estudos sobre #Violência da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO), apresentou em relatório uma nota referente ao ano base de 2014 que o estado evidenciou 41,2% de crimes com mortes, para cada 100 mil moradores, perdendo o primeiro lugar nessa modalidade apenas para o estado do Ceará, que registrou 42,9% e Alagoas com 56,1%.

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A pesquisa também examinou fontes que referenciava mortes por acidentes, crimes intencional, suicídios ou ação de crimes sem motivo aparente com utilização de arma de fogo nos períodos de 1980 até o ano de 2014. #Crime #Casos de polícia