Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na tarde desta quinta-feira (29), o número de brasileiros desempregados continua subindo, através da pesquisa Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

O #Brasil possui atualmente mais de 12,1 milhões de desempregados e desocupados, sendo uma das maiores taxas de #Desemprego da história do país. Já o número da população empregada foi calculada em 90,2 milhões, tendo uma redução de 2,1% em relação ao mesmo trimestre (setembro a novembro) do ano passado.

No trimestre encerrado em novembro deste ano, a taxa de desemprego ficou em 11,9%, enquanto no mesmo trimestre de 2015, a taxa ficou em 9%.

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No período de um ano houve um aumento de 33,1% na taxa de pessoas sem emprego, são 3 milhões de pessoas a mais desempregadas.

A classe de trabalhadores autônomos (pessoas que trabalham por conta própria) foi estimada em 21,9 milhões de pessoas - categoria que também houve queda, sendo 3% menor do que foi registrado no ano passado, 2015. Já a classe de trabalhadores domésticos com 6,1 milhões de pessoas ficou estável, sem queda e crescimento nesse período.

A força de trabalho calculada entre pessoas ocupadas e desocupadas foi estimada em 102,3 milhões de pessoas, obtendo um crescimento de 1,1% em relação ao mesmo trimestre de 2015.

De acordo com os economistas, 2016 terá em média 3 milhões de desempregados a mais do que em 2015, episódio que contribui para a #Economia do país continuar aquecendo para 2017.

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Michel Temer fala sobre desempregados

No Palácio do Planalto, o atual presidente peemedebista Michel Temer divulgou, em nota de fim de ano à imprensa, que "não quer se iludir, nem iludir ninguém" com a ansiedade e desespero que a falta de trabalho provoca em quem está sem trabalho nesse período de crise. Logo após, Temer afirmou que a taxa de desemprego deve cair a partir do segundo semestre do ano que vem. De acordo com o presidente, este período será bom para o Brasil, pois haverá a retomada do crescimento econômico do país e a saída da recessão.