Na tarde deste domingo, 4, um helicóptero com quatro pessoas caiu na região de São Lourenço da Serra, na Grande São Paulo. Os quatro ocupantes da aeronave faleceram no momento da queda desta. O acidente foi em uma região de mata. De acordo com informações do site do jornal 'O Estado de São Paulo', o helicóptero levava uma noiva para um casamento em um sítio. Familiares não sabiam que era chegaria dessa forma no local. A queda aconteceu por volta das 16h, horário marcado para começar a cerimônia. Cerca de 300 convidados aguardavam a presença da noiva no local. Além dela, o irmão que a acompanhava, uma fotógrafa grávida e o piloto vieram a falecer.

Publicidade
Publicidade

Carlos Baptista, dono do site, conversou com o 'Estadão'. Ele explicou que a noiva, que até o momento não teve o nome identificado, queria fazer uma surpresa a todos. "Estava muito animada", disse ele ao lembrar da vontade que essa mulher tinha no que era para ser o dia mais feliz de sua vida. Carlos disse que faz casamentos há mais de trinta anos e que já viu de tudo, mas nada como isso. Ele explica que esse é sempre um momento tenso e que costumam acontecer imprevistos, como atrasos. No entanto, quando existe o transporte por meio de um helicóptero, o cuidado dele é maior. Com a demora da chegada e ninguém respondendo, o dono do sítio ficou desesperado e mandou chamar os bombeiros. "Liguei para polícia, para os bombeiros. Eu estava desesperado", desabafou o empresário.

Publicidade

O organizador da festa ainda mencionou que a família agora está sem chão, já que esperavam um dia muito feliz, mas agora vivem uma enorme #Tragédia. A queda da aeronave ocorreu a apenas dois quilômetros do sítio. Os bombeiros chegaram rápido, mas não havia mais nada que pudesse ser feito. Ao todo, oito carros de resgate chegaram à região de mata.

Na semana que passou, o Brasil e o mundo viveram uma das suas maiores tragédias esportivas. Um avião que levava o time da Chapecoense até Medellín, na Colômbia, caiu em uma região montanhosa. 71 pessoas morreram e outras seis estão entre os sobreviventes. O piloto do avião, Miguel Quiroga, é acusado de ter economizado no combustível.