Um crime monstruoso foi registrado pela polícia no dia de Natal, na cidade de Araguaína, no norte do estado de Tocantins.

Segundo informações preliminares, um jovem de 20 anos foi preso na madrugada deste domingo, 25 de dezembro, acusado de estuprar sua sobrinha, um bebê de apenas nove meses.

Parentes do jovem fizeram a sua detenção e o seguraram até a chegada da polícia. A Polícia Militar informou que a família estava reunida na ceia de Natal, e por volta das 0h35 aconteceu tal #Crime.

A criança estava no berço quando foi encontrada com a frauda e sua genitália ensanguentadas. O acusado logo foi localizado, pois estava com manchas de sangue da bebê pelo corpo.

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O jovem, quando soube que a polícia havia sido acionada, correu e lavou as manchas na tentativa de esconder o crime.

Diante da situação, os policiais encaminharam o acusado e a mãe do bebê para a Delegacia de Polícia. Após ouvir o depoimento de ambos, o homem foi preso e autuado por estupro de vulnerável.

Segundo informações da Polícia Civil, o autor do estupro foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Araguaína. Já o bebê foi encaminhado para uma unidade hospitalar onde passou por exames médicos.

O homem preso teve sua identidade divulgada pela polícia: Rafael Pereira Ferreira, de 20 anos.

O delegado responsável pelo caso, Dr. Sandro, disse em entrevista que as partes íntimas da vítima ficaram ‘ensanguentadas’ e que os exames realizados comprovaram o #Abuso Sexual.

Na delegacia, os policiais perceberam que Rafael estava embriagado.

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O acusado tem passagem pela polícia pela Lei Maria da Penha.

O caso deixou a população da cidade revoltada. Nas redes sociais é possível perceber a indignação da população. Várias mensagens sugerindo que o homem deveria ser abusado sexualmente pelos presos dentro da prisão se espalharam no post. .

Como é a acolhida dos estupradores na cadeia?

Os detentos presos pelo crime de estupro e, principalmente, quando envolve crianças são um dos que mais sofrem nas cadeias com as regras dos presidiários. Eles correm um grande risco de vir a sofrer na pele a violência que fizeram com suas vítimas.

Na tentativa de preservar a integridade física dos presos, os agentes prisionais são orientados a não divulgarem os crimes cometidos pelos novos presos, mas a informação normalmente circula rapidamente no presídio - até porque hoje é comum os presidiários terem acesso à internet através de celulares que facilmente entram na maioria das unidades prisionais do Brasil. #Casos de polícia