“Vocês que gostam de rebolar na cara do #Crime, olha isso aqui. Olha, olha o tamanho do buraco. Olha o tamanho das balas. Ó, estourar a sua cabeça. Tá, tá, tá! Então, não rebola na cara do crime não”.

Esse é o recado que um garoto menor de idade resolveu dar para internautas que por ventura desafiarem o crime organizado.

Armado com revólver, o menino, que aparenta não ter mais do que 12 anos, diz as frases intimidatórias para a câmera de um aparelho celular. O vídeo foi compartilhado nas redes sociais e rapidamente viralizou. Apenas em uma página noticiosa no Facebook já são mais de 33 mil compartilhamentos, mais de 380 comentários e mais de 10 mil curtidas.

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Claro que o assunto virou polêmica por conta da discussão da redução da maioridade penal. Muitos internautas defendem que ela caia dos atuais 18 anos para 16 ou até para idades menores.

Não há nas descrições do vídeo o local onde ele teria sido gravado e muito menos o nome da criança. Mas há uma possibilidade da procedência ser de alguma cidade do Norte ou Nordeste do País, em razão do sotaque no garoto.

Pode ser, inclusive, apenas uma brincadeira infeliz. Nota-se que ele fez a filmagem no interior de um carro.

No entanto, o que mais choca é a postura do menor, que a todo momento faz questão de manter uma expressão ao mesmo tempo ameaçadora e irônica. No final do vídeo, de 24 segundos de duração, ele pronuncia um xingamento, isso após dar gargalhadas intimidadoras e até imitar o barulho que as balas do revólver fariam na cabeça de um suposto alvo: “Tá, tá, tá”.

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Se realmente for uma brincadeira feita com uma arma de brinquedo, o conteúdo não deixa de provocar a reflexão, uma vez que nota-se o fascínio que o mundo do crime despertaria nesta criança.

De todo o modo, muitos internautas fazem questão de xingar o menino, dizer que ele merece cadeia, surra. O que também merece reflexão. Outros provocam os adeptos dos Direitos Humanos, dizendo que comportamentos como esse são consequência da impunidade e frouxidão no tratamento a bandidos. E há até quem o aplauda e bata palmas, achando graça.

#Casos de polícia