Câmeras de segurança de um estabelecimento comercial captaram a tentativa de homicídio contra um funcionário. As cenas são fortes.

De forma torpe o criminoso atira à queima roupa no rosto do rapaz. A bala provavelmente não atingiu nenhuma parte delicada da cabeça da vítima, que sobreviveu e teve forças para aguardar o socorro estancando o próprio sangue.

Aparentemente, trata-se assalto, mas a hipótese de #Crime encomendado não poderia ser descartada em razão da crueldade com que o criminoso age.

Pelas imagens, que já estão em poder dos policiais que investigam o caso, é possível ver primeiramente o funcionário chegando para trabalhar em seu posto.

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Ele está de capacete e jaqueta. Retira a proteção da cabeça e se prepara para começar o expediente.

Provavelmente, o bandido que o agride já estava à espreita, aguardando o momento em que o rapaz chegasse para trabalhar. Ele entra na sequência no comércio com um capacete na mão e blusa branca com detalhe escuro. O criminoso finge perguntar algumas informações para o funcionário. Alguns segundos depois saca a arma da cintura, rendendo a vítima, que imediatamente coloca as mãos para cima, em sinal de obediência.

Depois, o bandido ordena que o rapaz saia do balcão, faz uma revista para se certificar que ele não porta arma, pega o que parece ser um celular ou uma carteira e talvez uma chave, que pode ser da motocicleta.

O criminoso manda que o funcionário tire o casaco e quando o mesmo está atendendo a ordem olhando para a jaqueta, o criminoso dispara.

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A bala atinge o rosto do jovem, que imediatamente leva as mãos à face e cai.

O meliante ainda olha para sua vítima e sai andando calmamente. Como estava portando um capacete, provavelmente fugiu em uma motocicleta.

O vídeo tem um minuto e meio de cenas que estão sendo analisadas pela polícia como principal elemento para tentativa de identificação do criminoso. Até os investigadores que assistem as cenas se impressionam no momento em que a vítima é atingida. “Rapaz!”, exclama um deles.

Não há informações quanto ao local e a data em que os fatos aconteceram.

#Investigação Criminal