O que um vigia contratado para atuar numa agência é pago para fazer? A resposta é óbvia: vigiar a movimentação, como o próprio nome da função diz.

Quando as pessoas não exercem as funções que lhe foram confiadas o resultado é desastroso. Isso em qualquer que seja a função. Do piloto de avião que decola ser ter combustível suficiente para chegar ao destino à funcionaria que é paga para fiscalizar planos de voo e não o faz com rigor.

Este vídeo que está circulando nas redes sociais há alguns dias, é mais um exemplo de que a displicência na função pode custar muito caro. O vigilante, em vez de vigiar as pessoas que entram na agência pela porta giratória, fica com os olhos grudados em seu celular, completamente alheio a tudo o que acontece em sua volta.

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O local onde tudo acontece parece ser uma agência dos correios.

O que chama a atenção é que por mais de um minuto o profissional não levanta a cabeça, entretido com o aparelho tecnológico. Mais de uma dúzia de pessoas entra no estabelecimento e nada do profissional fazer qualquer tipo de controle.

Até que entram dois homens suspeitos. Um está de camisa regata branca e boné azul. O outro veste camisa preta, boné escuro e calça bege.

Depois de alguns instantes no local, a dupla percebe que o segurança está absorto em seu “brinquedinho”. Eles então se comunicam e partem para ação. O rapaz de branco rapidamente dá o bote. O companheiro lhe acompanha na missão de bater no vigia, que é encurralado por alguns segundos atrás da porta giratória. Não é possível ver muito bem o que acontece. O fato depois que os bandidos saem o segurança volta sem o celular.

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A essa altura os clientes correm desesperados para o fundo da agência. Na hora dos bandidos tentarem fugir, a porta giratória emperra. E eles ainda pegam o vigia pelo braço para que ele acione o mecanismo de liberação. E aí saem calmamente, como se nada tivesse acontecido.

Em nenhum momento o segurança esboça qualquer reação. Perplexo, depois que os assaltantes vão embora ele passa a recolher algo que caiu no chão.

#Crime #Casos de polícia