Desde 23 de setembro do ano passado, Arthur Paes, pai do menino Joaquim Ponte Marques, que foi morto pelo padrasto em 2013, está desesperado, pois o acusado está foragido. O criminoso, Guilherme Longo, convivia com a família, e era companheiro da mãe da criança na época do assassinato. Ele teria matado a criança de apenas três anos, após aplicar uma dose letal de insulina na mesma, que sofria com diabetes. Guilherme morava com a mãe de Joaquim, Natália Ponte, que também é acusada por negligência no processo que envolveu a morte da criança. O corpo do menino foi encontrado no Rio Prado, em Barretos, São Paulo. A principal hipótese é a de que o homem teria matado a criança em casa, e depois descartado o cadáver no rio.

Publicidade
Publicidade

Guilherme, que é técnico de tecnologia e informação, foi preso quatro semanas após o corpo ser encontrado, em janeiro de 2014, mas conseguiu liberdade provisória em setembro do ano passado. Ao que tudo indica, ele estaria morando na casa da família quando fugiu no dia 23 e desapareceu. Desde então o pai da criança, vem tentando desesperadamente que o acusado volte a ser preso. Para isso ele não está medindo esforços, e segundo disse, chega a gastar quase dois mil reais todos os meses para divulgar nas redes sociais anúncios e cartazes que permitam a denúncia do criminoso. Somente no mês passado foram quase dez mil reais gastos em outdoors.

Arthur vem criticando o trabalho da Polícia Civil e dos investigadores, segundo ele, o caso tem sido deixado em segundo plano. Ele ainda, através das divulgações, tenta ajudar no processo de prisão do criminoso, repassando à polícia as informações que recebe diariamente através da internet.

Publicidade

Mas ele disse que somente quando está em Ribeirão Preto onde o processo está correndo, é que a polícia trabalha com mais afinco no caso. Além disso, alega que não pode mais gastar todo o dinheiro que vem gastando nos anúncios, e que deveria ser obrigação do Estado prender o acusado e dar respostas a ele. Arthur pede por justiça pelo filho que morreu com apenas três anos, devido a negligência da mãe e da agressividade do padrasto. Ao que parece Guilherme sempre foi muito agressivo, e tinha problemas devido ao vício com as drogas. O pai do menino pede que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro do acusado ligue para o Disque-Denúncia. O caso ainda deve ser julgado na justiça.

#Crime #Investigação Criminal