Horas de tensão marcaram o primeiro dia de janeiro do novo ano. Uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em #Manaus, acabou na morte brutal de 60 presos, foram 17 horas de guerra entre PCC e FDN, as duas facções que causaram o #massacre no #Amazonas são rivais.

Segundo o portal G1, foram mortos integrantes da facção PCC e mais de 130 bandidos teriam fugido do complexo. Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil, os números ainda não são oficiais.

Pedro Florencio, da SEAP, disse que a rebelião só foi possível por conta de outros presos do regime semiaberto, os mesmos abriram um buraco no muro para a passagem, com eles tinham facas, revólveres, uma espingarda calibre 12 e outras armas improvisadas.

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Presos de ambas facções serão transferidos

Segundo Sérgio Fontes, secretário de segurança, o motim que aconteceu no Instituto Penal Antônio Trindade, na última quinta feira, teria fortes relações com o massacre em Manaus.

Preocupado com a segurança da cidade, presos das duas facções serão transferidos e tropas da força nacional serão deslocadas para o local, informou o Ministério da Justiça e Cidadania.

Via telefone, José Melo conversou sobre o acontecimento com Alexandre M, ministro da Justiça, e não deu uma definição de quais os presos que seriam transferidos primeiro, FDN (Família do Norte) ou PCC. .

Despesas com o massacre

O Fundo penitenciário do Amazonas teria recebido uma ajuda de 44,7 milhões do Funpen (Fundo Penitenciário Nacional) na última quinta feira, 29 de dezembro. O dinheiro agora deve ser destinado para cobrir as despesas do massacre, reparos estruturais e uma mega estrutura de emergência para a identificação e conservação dos corpos brutalmente dilacerados.

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Na internet, é possível ver fotos do interior do presídio, o local está precário, as fotos revelam a brutalidade das facções, em que corpos foram desmembrados com requintes de crueldade.

Os sites veja.com e Uol declararam que as duas facções, PCC e FDN, estavam em pé de guerra pelo controle do tráfico de entorpecentes na cidade, e que a FDN teria atacado primeiro os membros da facção rival. O presídio fica no km 8 da BR-174, Manaus, o que deixa as autoridades preocupadas, já que mais de 130 presos conseguiram escapar do presídio.

As autoridades tentavam negociações, os presos não queriam muita coisa, apenas que a PM permanecesse longe, o que leva a acreditar que o motivo do massacre no Amazonas seria apenas matar os integrantes da facção rival, declarou o secretário, S. Fontes.