Na última sexta-feira, dia 27, dois suspeitos armados invadiram uma casa no bairro Jardim Marco Zero, zona Sul de Macapá e fizeram a família residente do imóvel de #Refém. O mais curioso do #Crime é que, durante o processo de negociação, um dos envolvidos no crime resolveu fazer uma transmissão ao vivo em seu próprio perfil do Facebook.

O crime em questão aconteceu por volta das 23h quando um jovem de 23 anos e um adolescente de 17 anos pularam o muro da residência e renderam o casal de moradores. Além deles ainda se encontravam na casa os filhos do casal e um sobrinho. Este último ainda conseguiu fugir por uma janela e avisou a polícia sobre o ocorrido.

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As equipes do Bope não demoraram a entrar em ação e deram início às negociações. Segundo o relato de uma das vítimas, no meio do ocorrido um dos assaltantes simplesmente pegou o seu telefone celular e começou a transmitir o crime pelo Facebook. De acordo com a polícia local, em outra postagem, ele chegou a confirmar: “Perdi to com refém (sic)".

O dono do imóvel foi agredido pelos criminosos com coronhadas na cabeça. Os filhos do casal foram libertados por volta das 23h30. Depois de três horas de processo de negociação, os dois infratores se renderam e libertaram os reféns.

O menor de 17 anos foi apreendido e encaminhado para a Delegacia Especializada em Atos Infracionais (DEAI) da cidade. O outro assaltante foi levado para o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) de Macapá.

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Com os dois estavam a arma do crime e os objetos roubados do local.

Criminalidade aumenta

O aumento da criminalidade tem preocupado as autoridades nas mais diversas regiões do país. O problema ainda se torna pior quando nos deparamos com a atual situação do sistema carcerário do país. Nos últimos meses, acompanhamos as complicações envolvendo os presídios que terminaram provocando rebeliões e dezenas de mortes.

Apesar de muitas medidas estarem sendo tomadas a respeito, o que especialistas dizem é que elas estão vindo tarde demais e que em sua parte representam apenas efeitos paliativos. #Casos de polícia