A criminalidade no Brasil está crescendo de forma alarmante nos últimos meses. Com o rompimento de rebeliões e um descaramento das organizações criminosas que controlam presídios, o clima de insegurança só aumenta entre os cidadãos de bem.

Muitos inocentes acabam vítimas do #Crime em situações que parecem ser inimagináveis. Com uma onda de violência solta por alguns centros urbanos, como o Rio de Janeiro, balas perdidas fazem muitas vítimas como a criança de apenas dois anos e meio que perdeu sua vida no Irajá.

Era para ser um sábado normal para a família da pequena que foi morta por uma bala perdida. A menina estava brincando no playground dentro de uma rede de fast food, o Habib’s.

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Tudo aconteceu quando a polícia começou a seguir um criminoso dentro de um carro branco. O bandido e as autoridades trocaram tiros antes de Thiago Rodrigues dos Santos capotar o carro na Avenida Monsenhor Félix, em frente ao restaurante. O bandido foi preso pelos policiais assim que o carro virou.

Ninguém havia percebido que a pequena havia sido ferida enquanto estava dentro do brinquedo. Quem alertou os funcionários foram as próprias crianças apavoradas pelo sangue que escorria da cabeça da menina.

A pequena Sofia Lara Braga chegou a ser socorrida pelos policiais e encaminhada ao hospital estadual Getúlio Vargas, na Zona Norte do Rio. Sua mãe estava em estado de choque, e precisou ser levada junto com a criança para o hospital. A menina não resistiu aos ferimentos e veio a falecer na unidade.

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Thiago foi conduzido ao 27ª Departamento de Polícia, em Vicente de Carvalho. O criminoso dirigia uma Pick Up Mitshubishi branca que ficou parcialmente destruída com a capotagem. O homem estava na companhia de outro indivíduo, que também foi preso junto com o motorista. Thiago tentou escapar de policiais de Irajá, que interceptaram sua Pick Up por apresentarem atitudes suspeitas.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades, a menina era filha de um policial militar. Inconformado, o soldado enviou mensagens em grupos de WhatsApp contando sobre a morte de sua filha no Irajá. O policial é lotado no 16º Batalhão da Polícia Militar no Rio de Janeiro.

#Casos de polícia