Um fato emocionante para muitos ocorreu neste sábado, dia 21 de janeiro, em uma patrulha de rotina da UPP, na qual a cadela, que era mascote da base avançada da Pedra do Sapo, fazia questão de acompanhar os policiais sempre que possível. Nessa patrulha em especial, o animal percebeu a presença de um criminoso que carregava um fuzil e atacou-o, sendo atingida por um tiro de fuzil em seguida. O atirador tentou acertar os agentes logo após, mas estes conseguiram revidar a tempo. "Morreu como a heroína que era, sempre nos protegendo. Ela evitou que um policial fosse morto”, disse o comandante da Unidade de Polícia Pacificadora do Alemão, Alexandre Ramos.

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A cadelinha tinha 4 anos de idade.

A notícia da morte honrosa da cadelinha foi compartilhada pelo deputado federal Flavio Bolsonaro, filho de Jair #bolsonaro, em sua página oficial do Facebook. Na publicação, Flavio comentou: "Um exemplo para muitos seres humanos, que parecem irracionais e só abrem a boca para falar mal da polícia. Descanse em paz!"

Nos comentários da publicação, muitos seguidores de Flavio lamentaram a morte do animal, fortalecendo a declaração do deputado. "Descanse em paz", repetiram vários comentários. "Fez mais pelos policias do que o próprio governador", disse um seguidor. Comentários mais violentos desejavam que o traficante recebesse o mesmo destino da cadelinha Cabo Bahiense. "Ódio,tomara que esse vagabundo morra com um tiro de fuzil na cara", dizia um apoiador de Flavio.

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Outro comentou: "Essa aí merece muito respeito. Defendeu os policiais com sua vida, ao contrário de uma parcela da população que só faz 'malhar' as nossas polícias."

A cadelinha foi enterrada e recebeu um funeral cristão, com as honrarias militares que recebem os policiais quando falecem. O comandante Ramos garantiu que a mascote tinha o costume de defender a base da UPP, já tendo atacado criminosos antes e sempre latindo para avisar que outros se aproximavam. "Vai fazer muita falta", disse ele.

Não é a primeira vez que a internet se comove com um cachorro nesta situação. Em 2016, dois animais feriram-se em confronto entre policiais e criminosos. Em um dos casos, o animal - que se recuperou do tiro - foi adotado por uma policial da própria UPP. #Flávio Bolsonaro #Violência