A rebelião teve inicio na tarde de sábado (14), por volta das 16h30min, e só terminou 14 horas depois já na manhã de domingo, quando a polícia dominou toda penitenciária e iniciou as perícias. A Penitenciária de Alcaçuz é a maior do estado do Rio Grande do Norte, a rebelião foi movida por muito ódio e terror, cabeças de presos foram lançadas ao pátio, durante a ação dos presos de facções rivais. O número de vítimas pode passar de 30 mortes.

Segundo fontes relacionadas ao governo, uma operação “guerra” foi acionada para recolher os corpos, um caminhão frigorífico foi direcionado ao local, para colocar os corpos. E legistas de outros estados iram ajudar no reconhecimento dos corpos.

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Sejuc (Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania) e da Sesed (Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social), identificou seis presos que lideraram a rebelião na Penitenciária, onde corpos foram encontrados decapitados e muitos mutilados. Nove presos foram encaminhados a hospital em estado grave.

Familiares dos presos se desesperam pela falta de informação e passaram toda a madrugada na frente do complexo aguardando notícias.

Segundo informações divulgadas a rebelião teve inicio, após briga entre presos dos pavilhões 4 e 5 do presídio. De acordo com a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, informou que pouco antes de começar o conflito, homens se aproximaram da Penitenciária e jogaram armas por cima muro.

Durante a rebelião a luz elétrica foi desligada pelos próprios presos, e interrompeu o funcionamento dos bloqueadores de celular dentro da unidade.

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E na madrugada foi vista muita fumaça no local e tiros de dentro da unidade.

Para acabar com a rebelião polícias entraram na penitenciária com vans e carros blindados.

A operação de retomada da unidade prisional, foi realizada por equipes do GOE (Grupo de Operações Especiais), e Militares do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) e Choque.

O Secretário de Justiça, Wallber Virgolino, informou que investigações estão sendo feitas para identificar mais presos responsáveis por liderar o motim, pois até o momento seis já foram identificados.

A Sejuc afirmou estar trabalhando em cima de todas as hipóteses, e afirmou que está investigando se houve facilitação para inicio da rebelião.

#Crime #Investigação Criminal