Na tarde deste último domingo (15), a menina Thifany Nascimento de Almeida, de 11 anos, desapareceu enquanto brincava com outras crianças nos arredores de casa, em Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A criança é moradora da comunidade do Amarelinho, e estava em uma praça onde se encontrava em companhia de uma amiga da mesma faixa etária. As duas se divertiam quando foram abordadas por um homem que dirigia uma motocicleta e estacionou perto do local. Depois de descer do veículo ele teria ido na direção das duas crianças e começado a conversar com as mesmas. Durante a abordagem o suspeito teria convencido a criança a ir com ele na garupa da moto.

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O pai de Thifany, Jorge Almeida, trabalha em um carrinho de lanches da mesma praça e vigiava a menina enquanto ela brincava. Em questão de poucos minutos ele teria ido em casa e deixado a criança com a coleguinha, de apenas 8 anos, quando retornou ao local a filha já não estava mais lá. A família está desesperada e pede por ajuda, um registro foi feito da Delegacia de Polícia de Desaparecidos, e os agentes investigam o paradeiro da menina. Os parentes divulgaram o desaparecimento nas redes sociais e pedem que quem saiba de qualquer informação para ligar no disque denúncia.

Os investigadores estão apurando a história com base em relatos dados por testemunhas, inclusive da outra criança mais nova que estava no momento. Segundo a menina, o homem teria se aproximado de Thifany dizendo a ela que o seu pai, que não estava na praça no momento, havia pedido a ele para buscar um cachorro.

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O criminoso ainda teria dito que faria uma surpresa para o pai da garota e a convidado a ir junto. A menina acabou acreditando e indo com o bandido na garupa da moto. A outra criança ainda tentou embarcar junto para ‘buscar o cachorro’, mas o homem não a teria deixado ir. Segundo os depoimentos, o suspeito teria levado a criança para dentro da comunidade, ele seria branco, alto e forte, e estaria com machucados nos dois joelhos. O veículo pilotado por ele era preto e tinha detalhes em amarelo. A família está consternada e pede por ajuda, de acordo com a tia Claudinéia da Silva, a menina é bastante inocente, e infantil e deve estar com muito medo. Alguns parentes tentaram fazer buscas dentro da comunidade do Amarelinho, mas não encontraram nenhum vestígio. A polícia segue nas investigações e pede por informações através do Disque-Denúncia (21 2253-1177). #Crime #Investigação Criminal