Em apenas 15 dias de 2017, o Brasil vive uma intensa onda de violência que espalha terror, sangue e brutalidade pelos #Presídios dos principais estados do Norte e do Nordeste. O primeiro grave motim ocorreu no final de semana inaugural do novo ano, em Manaus, no Amazonas.

Presos vinculados à Família do Norte (FDN) lideraram um massacre contra detentos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) no Complexo Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Ao todo, 60 presos foram mortos. As vítimas, em sua maioria, foram decapitadas e mutiladas.

Apenas quatro dias depois, a onda de violência aterrissou em Roraima. Mais 33 presos foram assassinados na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo.

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No mesmo dia, outros quatro apenados morreram na cadeia pública Raimundo Vidal, reaberta em Manaus por conta do “estrago” feito no Compaj.

Neste sábado, uma nova #Rebelião se instaurou tendo como palco a Penitenciária de Alcaçuz, conhecida ironicamente como “queijo suíço”, no Rio Grande do Norte, cerca de 25km da capital Natal. O governo do estado confirmou oficialmente 26 mortes até o final desta edição.

Especialistas apontam que essa onda de violência nos presídios é promovida por uma guerra de facções. A mais voluptuosa rivalidade é entre a Família do Norte (FdN) e o Comando Vermelho (CV), que só perdem em tamanho para o Primeiro Comando da Capital (PCC)

Presídios do Rio de Janeiro e de São Paulo são majoritariamente dominados pelo CV e pelo PCC, respectivamente. Já o Presídio Central de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, por exemplo, abriga cerca de 4 mil homens, com diferentes facções envolvidas.

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#Morte