A #Violência parece que não para de crescer no Brasil. A maioria da população vive assustada, pois se encontra refém de um sistema falho de segurança pública, onde gangues e facções criminosas dominam as penitenciárias e as ruas brasileiras. Recentemente, duas chacinas em penitenciárias fizeram com que mais de 100 presos fossem executados de forma cruel e assustadora.

No ritmo do aumento da criminalidade, mas uma #Rebelião aconteceu no Brasil. Desta vez, gangues rivais se enfrentaram na Penitenciária do Estado de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. O governo local confirmou pelo menos dez mortes, mas o número deve aumentar. Segundo as autoridades, o conflito é entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Sindicato do Crime local.

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Alcaçuz é a maior prisão do estado; tem espaço para abrigar cerca de 620 presos. Entretanto, em vez disso, existem 1.083 detentos presos.

A revolta aconteceu por volta das 16h30 (hora local) quando membros do Sindicato do Crime invadiram um bloco de celas controlado pelo PCC. Os detalhes sobre a rebelião são poucos, uma vez que o distúrbio ainda está em curso. A Polícia Militar e o Batalhão de Operações Especiais tentam negociar a rendição dos prisioneiros.

Quatro motins em duas semanas

A rebelião de sábado, 14, é a quarta rebelião de prisão no Brasil desde 1º de janeiro deste ano. Às dez mortes confirmadas levam a contagem total de prisioneiros mortos para 103 em duas semanas. Durante décadas, o sistema prisional brasileiro esteve à beira de um colapso total. Desde o início de 2017, a guerra entre gangues expôs como as condições de vida são desumanas.

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Violência em Natal

A segurança pública tem sido um problema no estado do Rio Grande do Norte. Em agosto do ano passado, #Natal teve uma forte onda de violência e ataques por organizações criminosas. Durante apenas um final de semana, houve 54 casos de vandalismo: ônibus foram incendiados, edifícios públicos foram alvos das gangues, até colocaram explosivos na entrada de uma agência bancária.

Em consequência, o presidente Michel Temer enviou 1 mil soldados do exército e 200 fuzileiros navais à cidade em um esforço para conter a crise da segurança.