Os crimes passionais chocam pelas suas histórias de comoção e arrependimento. Em muitos casos os crimes são cometidos por pessoas bem próximas e pode envolver até familiares. Na maioria dos crimes, a mulher acaba sendo vítima de um companheiro possessivo, ciumento e agressivo. Esses homens são criminosos e são capazes de tirar a vida de quem ama.

Esse foi o final trágico para mais uma mulher, vítima de um #Crime passional no litoral paulista. Maria Lucimara de Jesus Santos tinha 44 anos quando foi morta pelo seu companheiro com um golpe de faca. A mulher foi encaminhada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que fica localizada em Samambaia.

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Maria não resistiu aos ferimentos provocados pelo ataque do companheiro e faleceu logo após dar entrada na unidade.

O crime aconteceu em Praia Grande, no litoral paulista. Gilberto Machado era nove anos mais novo que Maria e estava noivo da vítima. Segundo o vídeo em que o homem chora arrependido, a mulher teria outro relacionamento com um homem que Maria chamada de noivo.

Gilberto descobriu o caso da companheira através de mensagens do aplicativo WhatsApp. Foram essas mensagens que levaram o homem a cometer o crime. Segundo ele, a mulher marcava encontros e mantinha um relacionamento sério com outro homem.

O criminoso não possui antecedentes criminais e disse às autoridades que trabalha desde criança. Chorando no vídeo, ele diz estar arrependido, que destruiu sua vida após o crime. Gilberto é acusado de matar sua companheira e responderá por feminicídio.

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Assista:

O homem se emocionou quando os policiais informaram a ele que sua companheira estava morta. Gilberto acreditava que Maria iria sobreviver ao golpe de faca que ele desferiu contra ela. Surpreso com a anúncio da morte de sua companheira, Gilberto cai em choro e se diz arrependido.

O caso será investigado pela Delegacia da Mulher de Praia Grande. Foram apreendidos o celular da vítima e a faca utilizada por Gilberto Machado para matar sua noiva. Os dois estavam juntos há mais de um ano e estavam próximos de se casarem.

#Casos de polícia