Nesta quinta-feira, 19, presidiários da Penitenciária de Alcaçus, no Rio Grande do Norte, entraram novamente em confronto. Ele iniciaram uma rebelião no fim da manhã. Para tentar conter os presos, que subiram no telhado da prisão, os policiais usaram um helicóptero. Na aeronave, eles dispararam tiros de bala de borracha e também lançaram bombas de gás. Equipes da TV Globo registraram presos sendo socorridos por muitos presos. O confronto continuava por volta das 13h, no horário de Brasília. Os presos arremessaram pedras contra o grupo rival na penitenciária. Eles ainda exibiram barras de ferro e facões, mostrando que uma nova barbárie pode acontecer.

De acordo com informações do site da Revista Veja, pelo menos 220 homens da Tropa de Choque estão na região.

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Eles não vão entrar no local, mas farão o trabalho externo, tendo a ajuda também dos funcionários da penitenciária. Diversos estados brasileiros já pediram reforços das forças armadas para tentar conter os presos. Veja alguns comentários a respeito do assunto nas redes sociais:

"Deveriam mandar o pessoal dos direitos humanos ir lá separar um por um, escolher quais eles vão levar pra casa", disse um internauta mostrando revolta a respeito do caso. "Quando é o trabalhador (professor, funcionário publico) fazendo protesto o estado vem e "mete a porrada", mas como são bandidos o estado não faz nada", argumentou outro. As forças policias disseram que não vão entrar nos presídios a fim de evitar um novo Carandiru. Em 1992, as confusões da penitenciária paulista acabaram com 111 mortos. Essa foi a maior rebelião com mortes já registrada no país.

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No entanto, apenas em janeiro, nos casos somados, um número bem maior de detentos já foi assassinado.

Veja abaixo o vídeo que mostra parte da confusão transmitida ao vivo, nesta quinta-feira, 19, pelo canal a cabo de notícias Globo News. Na sua opinião, os policiais agiram certo na tentativa de conter mais essa rebelião no Rio Grande do Norte? Não esqueça de deixar o seu comentário. Ele é sempre muito importante para todos nós.

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