No passado, uma morte mexeu com todo o Brasil. O goleiro Bruno era um dos grandes nomes do Flamengo, no início dos anos 2000. Ele era favorito ao cargo de goleiro da seleção brasileira, mas teve o sonho interrompido por uma dura acusação, ter mandado matar sua amante e mãe de seu filho, Eliza Samudio. Desde então, Bruno tenta provar sua inocência. Ele diz que não cometeu qualquer #Crime e que Eliza está viva. Ela, no entanto, jamais foi vista. O corpo de Samudio também não foi encontrado. A justiça considerou Bruno culpado. Ele foi condenado a vinte e dois anos de prisão. No entanto, uma notícia publica nesta terça-feira, 24, pelo site da Revista Veja, publicou a maior revolta nas redes sociais.

A matéria fala sobre como está a vida de Bruno em um presídio de Belo Horizonte, Minas Gerais, o Alto das Maravilhas.

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No local, a 175 detentos. A maioria com condenações longas. No local, o espanto. Nada de policiais, seguranças ou carcereiros armados. Quem vigia as celas dos detentos são os próprios presos. Bruno, por exemplo, guarda as chaves da própria cela, podendo entrar e sair dela quando quiser. A penitenciária, que segue um modelo de outras três no Brasil, foi construída em 2015. O trabalho de Bruno, no local, é uma espécie de carcereiro. Antes de ser preso em Minas Gerais, o ex-goleiro passou por outras casas de detenção.

Em entrevista, o ex-atleta garante que as prisões por que passou não recuperam os detentos, mas sim os tornam mais perigosos. Durante o dia, todos os presos ficam soltos. Eles trabalham e usam elementos que poderiam ser usados como armas, mas, felizmente, não são. Os presos do regime fechado, por exemplo, usam tesouras, serras elétricas e pé-de-cabra.

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Já no regime semi-aberto, eles tem acesso de foices à enxadas. Muitos trabalham em empresas da cidade, ou então fazem os mais diversos cursos, marcenaria, padaria e pintura. No local, ainda está sendo construída uma fábrica, que fará botas e luvas. Todos os detentos estudam e há até acesso a computadores. #Investigação Criminal