Normalmente, a extração de um dente é uma coisa simples e que causa poucos transtornos aos pacientes. Basta uma consulta ao #dentista e o problema é resolvido, mas não foi o que aconteceu com um jovem #Agricultor que mora no interior do Acre.

Há mais de um ano ele extraiu um dente e desde então vem sofrendo com constantes dores e um inchaço do lado esquerdo de seu rosto. O jovem luta até hoje para descobrir a causa e qual o tratamento para tanta dor.

O agricultor Rogério Gadelha de Almeida tem 17 anos e desde março de 2016 vem sofrendo com o inchaço que surgiu do lado esquerdo de seu rosto; tudo começou após ele terminar um tratamento para extrair um dente.

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Almeida mora na cidade de Seringal Baturité, no interior do #Acre, e conta que tudo começou com uma simples dor de dente em fevereiro do ano passado. Ele tentou tratar-se em casa, já que o hospital mais próximo ficava a três dias de viagem, mas mesmo após um mês, continuava com dor. Sendo assim, decidiu procurar ajuda de um profissional.

Rogério viajou com sua irmã, Maria José Gadelha, de 30 anos, que também vive da agricultura, para Sena Madureira, cidade localizada a três dias de barco. O jovem fez o procedimento de extração do dente com uma dentista que não teve o nome divulgado e desde então vem sofrendo com constantes dores.

Em agosto de 2016, já não aguentando mais o inchaço, o agricultor retornou à dentista, quando foi transferido para o Hospital das Clínicas de Rio Branco, onde ficou internado por 16 dias.

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Mesmo após vários exames, os médicos não descobriram a causa de tanto inchaço e mandaram Rogério e Maria de volta para casa.

Sem Resposta

Agora em janeiro de 2017, o jovem retornou ao Hospital de Rio Branco com o mesmo problema e está sob os cuidados do cirurgião Lúcio Brasil que pediu para Rogério permanecer na cidade para a realização de exames. “Sem os exames não tem como dar o diagnóstico final”, explica o médico.

Ajuda

Maria José Gadelha, a irmã de Rogério, aproveitou a entrevista para pedir a solidariedade dos brasileiros. Como a família vive da agricultura, viajando para Rio Branco, eles ficaram sem renda para mantê-los até o fim do tratamento.