Os líderes das facções que comandaram a rebelião que deixou 60 presos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (COMPAJ) serão transferidos para presídios federais. Há uma força tarefa da polícia militar realizando a curto espaço de tempo a identificação dos líderes dessas facções para suas devidas transferências, justamente para reorganizar o presídio onde houve a #Rebelião.

O governo federal disponibilizou na semana passada para o governo do Amazonas R$ 45 milhões para a criação de novas vagas no sistema penitenciário do Estado e para a compra de equipamentos de infraestrutura, armamento entre outros.

O motim aconteceu no dia 1º de janeiro, a rebelião no Compaj é resultante de uma guerra entre as facções Família do Norte e PCC (Primeiro Comando da Capital), que disputam por espaço no tráfico de entorpecentes no Estado.

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O caso está sendo considerado o maior em um presídio desde o massacre no Carandiru, em São Paulo. A rebelião no Compaj durou mais de 18 horas e teve como reféns 12 servidores e 14 detentos. Os presos que foram mortos estão desde estupradores a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Polícia Militar do Amazonas está com seu efetivo maior para o monitoramento dos presídios da cidade. A partir deste grave episódio, revistas frequentes e com maior rigor serão feitas nas unidades para evitar o armamento por parte dos presos.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também anunciou reforço ao Instituto Médico Legal, em #Manaus, para que as 60 vítimas da chacina sejam logo identificadas.

Como medida de segurança, os 130 presos que pertencem a facção PCC serão transferidos temporariamente para a Cadeia Raimundo Vidal Pessoa, que está localizada no Centro de Manaus, até então este presídio havia sido desativado em outubro de 2016, justamente pela falta de estrutura pelo qual se encontra.

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Mas por precaução, o Governo do Estado do Amazonas junto com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas decidiram reativar o presídio, até que seja tomado alguma medida para organizar o sistema prisional do Estado.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também anunciou reforço ao Instituto Médico Legal, em Manaus, para que as 60 vítimas da chacina sejam logo identificadas.

#massacre