Uma mãe foi detida pela polícia em Fortaleza, acusada de ter assassinado, com um tiro na cabeça, o filho de 11 anos, Iarly Dourado, que chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, mas, infelizmente, não resistiu ao ferimento e faleceu. A mulher foi presa ainda no hospital em que o filho foi atendido na manhã deste domingo (29). O #Crime teria acontecido no bairro Itaoca, na capital do estado do Ceará.

Segundo a delegada Socorro Portela, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a suspeita admitiu em seu depoimento ter atingido a criança, mas afirmou que não tinha tido intenção de matar o filho e que o que houve foi um trágico acidente - versão que a polícia contesta. Ela afirmou que a arma que causou a morte do garoto tinha sido adquirida em uma feira há dois meses, pela quantia de R$ 1.200,00, para proteger-se de uma rival.

De acordo com a delegada, a mãe da vítima aparentava ter consumido bebidas alcoólicas e feito uso de drogas, e a Divisão de Homicídios continuará investigando o caso, com o objetivo de esclarecer totalmente suas circunstâncias e as motivações da suspeita.

Espera-se a transferência da detida para o presídio feminino Auri Moura Costa, ainda nesta segunda-feira, 30 de janeiro.

Ministério Público vê indícios de homofobia em caso de mãe que matou filho em São Paulo

Outro caso recente, este acontecido na Região Sudeste, na cidade de Cravinhos, no estado de São Paulo, também vem desafiando as expectativas comuns quanto a mães e seu amor pelos filhos. A gerente de supermercado Tatiana Lozano Pereira, de 32 anos, foi presa acusada de ter contratado dois adolescentes para espancarem seu filho, Itaberli Lozano, e, depois que ele estava desacordado ter, ela própria, esfaqueado e assassinado o jovem de 17 anos.

Segundo a polícia, depois disso, a mãe e o padrasto do rapaz, o tratorista Alex Pereira, queimaram o corpo em um canavial, onde os restos mortais da vítima foram achados no começo do mês. A polícia investiga a participação da mãe, do padrasto, dos dois adolescentes e de uma menor, acusada de ter sido a intermediária entre Tatiana e os jovens agressores.

O Ministério Público acredita que se tratou de um crime motivado pela homofobia (Itaberli era gay), mas a Polícia Civil crê na possibilidade de um conflito familiar que escapou do controle e acabou em tragédia. #matou filho