Todo tipo de atentado contra a vida é repugnante. Mas o que dizer de uma mãe que teve a coragem de matar seu próprio filho e depois queimar o corpo do rapaz por não aceitar o fato dele ser #gay?

Em que mundo nós estamos? Quando a vida passou a ser tão banal? Qual é o tamanho da perversidade humana?

Realmente é difícil acreditar que a mulher que trouxe esse jovem ao mundo ao invés de tentar compreende-lo e ajudá-lo, optou por tirar sua vida por causa de sua opção sexual.

De acordo com o portal de notícias online R7, o crime aconteceu na cidade de Cravinhos, localizada no interior de São Paulo. Nesta quarta-feira (11) a mãe e o padrasto do jovem Itaberlly Lozano, de 17 anos foram presos pela morte do adolescente.

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Mãe confessa que matou o filho a facadas

Policiais que investigam o caso, acreditam que Itaberlly Lozano foi morto no dia 29 de dezembro. Foi a avó do rapaz que procurou a polícia para fazer a denúncia do desaparecimento dele.

O corpo carbonizado do adolescente foi encontrado dias depois e o reconhecimento só aconteceu devido a uma pulseira que estava próximo dos restos mortais de Itaberlly.

Sem saída a mãe do jovem confessou que o matou a facadas em meio a uma discussão e em legítima defesa. Segundo Tatiana Lozano ele chegou em casa ameaçando a família e querendo dinheiro para comprar drogas.

Tatiana é gerente em um supermercado da cidade, seus familiares e quem a conhece acredita que ela está mentindo e que o crime aconteceu por ela não aceitar o filho gay.

De acordo com o depoimento da mãe de Itaberlly, seu marido e filho do casal de 4 anos, estavam dormindo quando o crime aconteceu, o padrasto 'apenas' teria levado o corpo do jovem para o canavial e ateado fogo.

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Porém a polícia não acredita nesta versão, ao que tudo indica os dois praticaram o crime em comum acordo. O casal foi autuado por homicídio duplamente qualificado, com agravantes, e ocultação de cadáver. O advogado de defesa da mulher alega que ela apenas tentou se defender.

A morte cruel do jovem deixou a população da cidade de Cravinhos consternada e todos esperam que a justiça seja feita. #Casos de polícia #Homofobia