Tatiana Lozano Pereira, 32 anos, confessou que matou a facadas Itaberli Lozano Rosa, seu filho de 17 anos. O #Crime aconteceu em Cravinhos, interior de São Paulo e o motivo ainda seria o mais torpe possível.

Ela foi presa nesta quarta,11, depois de confessar à policia seu envolvimento no crime que ocorreu em dezembro.

O padastro e atual companheiro de Tatiana também foi preso sob acusação de cumplicidade no assassinato e ocultação de cadáver, uma vez que ajudou ajudado a esconder o corpo num canavial e colocar fogo no local.

A meliante disse à Polícia Civil local que o filho tinha ameaçado toda a família de morte, incluindo seu irmão, de 4 anos.

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Ainda alega que o garoto usava drogas, mas esse fato foi desmentido por familiares.

Dario Rosa, tio de Itaberli disse que a mãe se sentia "envergonhada" pela orientação sexual do filho e essa seria a única justificativa plausível para o crime.

O crime de assassinato foi enquadrado como homicídio doloso, com duas qualificadoras (motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima). A ocultação de cadáver também foi incluída na denúncia.

A pena pode chegar a 33 anos de "xilindró" e ambos estão presos. Ela em Ribeirão Preto e o local onde o padrasto está preso não foi divulgado. Trata-se ainda de uma prisão preventiva de 30 dias.

A participação de outros cúmplices ainda será investigada.

O advogado de Tatiana e Alex disse que pedirá Habeas Corpus para ambos e que o caso foi "Legítima Defesa".

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Segundo o defensor, os agressores foram defender sua família de uma ameaça e acabaram esfaqueando o jovem. Uma tragédia, mas bom o objetivo de defesa.

Os fatos

Itaberli morava com a avó, e no dia 29 de dezembro foi fazer uma visita à mãe. Como não retornou, a avó fez a denúncia de desaparecimento. A polícia foi investigar os últimos passos do jovem e por reconhecimento de objetos pessoais identificaram que o corpo no matagal era do jovem.

A polícia também desconfiou da versão da mãe, que insistia em dizer que o filho estava com amigos. O corpo foi encontrado dia 7 e dia 11 a mãe, sem argumentos, assumiu a autoria da tragédia. Ela disse que se sentia ameaçada pelo filho e por isso quis defender sua família.

Homofobia

Dario Rosa, o tio, tem sido peça importante na investigação. Ele confirmou que o menino não usava drogas e que a mãe tinha vergonha da sexualidade do rapaz.

O tio também disse que o comportamento do jovem era exemplar e o único problema era a mãe.

A defesa do casal alega que o crime não tem associação alguma a preconceito e ainda que os acusados têm, inclusive, amigos gays.

Deixe a sua opinião! #gay #Homofobia