De acordo com informações do site 'Jornal do País', o preso conhecido como 'Maníaco do Parque', ao deixar a cadeia, quer ter uma vida de evangelização em nome de Deus. Identificado como Francisco de Assis Pereira, o Maníaco que estuprava mulheres em São Paulo, diz que Deus teria o convertido e que quer um dia poder ajudar a fazer o mesmo com outras pessoas, tornando-se um missionário e mais tarde, quem sabe, um bispo da Igreja Universal do Reino de Deus. A igreja evangélica é regina por Edir Macedo, que ainda vem a ser dono da Rede Record.

Hoje com 47 anos, o 'Maníaco do Parque' foi condenado a 268 anos de reclusão. No entanto, a pena máxima de reclusão no Brasil é de trinta anos.

Publicidade
Publicidade

Ele foi condenado por estupro, homicídio triplamente qualidade, ocultação de cadáver e atentado ao pudor. Em entrevistas, o criminoso conta que sua mente ficou atribulada depois de ter sofrido abusos sexuais na sua infância. A tia dele, por exemplo, teria o molestado. Além disso, uma ex-namorada, durante a prática do sexo oral, quase arrancou o seu pênis com a boca. Isso gerou nele uma revolta contra mulheres, mesmo que fossem apenas desconhecidas.

Francisco chegou a viver com uma travesti. Os dois brigavam muito e o relacionamento durou apenas um ano. A mordida no pênis fez com que ele passasse a sentir dores durante as relações sexuais. Curiosamente, o maníaco trabalhava de motoboy ao lado da delegacia que investigava os crimes de estupro praticados em São Paulo. Ele viu seu retrato falado e decidiu fugiu.

Publicidade

Não sem antes deixar um bilhete pedindo desculpas pelos atos que cometeu. Um dos seus chefes, no entanto, descobriu provas que o enveredaram para o homem que todos procuravam e o denunciou.

Vídeo sobre história de criminoso

Assista abaixo ao vídeo que mostra a encenação sobre a vida do criminoso que ficou conhecido em São Paulo. Na sua opinião, o preso, ao deixar a cadeia, deveria mesmo evangelizar na Igreja universal? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre importante para todos nós.

#Religião #Crime