Neste último domingo (01), o complexo penitenciário da cidade de #Manaus, Amazonas, entrou em uma grave #Rebelião. Cerca de oitenta #presos acabaram mortos em um confronto que se iniciou por volta das 15 horas do primeiro dia do ano. A confusão aconteceu no horário de visitas da cadeia, logo após uma confirmação de que alguns presos estariam foragidos.

Sérgio Fontes, secretário estadual de Segurança Pública, concedeu uma entrevista à imprensa afirmando que doze funcionários do complexo foram vítimas da rebelião, sendo que apenas quatro conseguiram ser liberados após tentativas de negociação.

Seis pessoas foram jogadas para fora do presídio com a cabeça cortada, ainda não foram identificados quem seriam as pessoas decapitadas, mas é apontado que eram de membros do Primeiro Comando da Capital (PCC), já que eles são rivais da facção Família do Norte (FDN), que segundo informações, seria a facção que comandou essa terrível rebelião.

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Os corpos foram arremessados para fora do presídio pela muralha, Sérgio Fontes afirmou que está é a maior rebelião da história do Amazonas.

A Polícia Militar (PM) foi acionada, pois foi divulgado que outros complexos penitenciários poderiam também, entrar em confronto, entre eles estariam o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat). Centro de Detenção Provisório (CDP) e a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP).

No Ipat, cem presos estão foragidos, os detentos fugiram por um túnel e faziam parte do pavilhão A da unidade.

17 horas de rebelião

Por volta das 6 horas desta segunda-feira (02), o IML (instituto Médico Legal) começou a remover corpos, foram utilizados seis viaturas do instituto. O IML não atendeu a pedidos de jornalistas e preferiu permanecer fechado para evitar possíveis represálias, isso valeu também para familiares dos presos mortos.

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O confronto durou cerca de 17 horas e agora autoridades voltaram a tomar conta do presidio

O Direitos Humanos utilizou seus representantes para ajudar nas negociações juntamente com a polícia militar e a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Veja o vídeo com uma cena do momento da rebelião.