Para amenizar os efeitos das rebeliões nos presídios de #Manaus, que fizeram o ano começar com o vermelho do sangue na capital do Amazonas, o Governo Federal, em parceria com o estado, irá primordialmente transferir os líderes do #massacre do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (#compaj), que resultou em 57 mortos na madrugada de domingo para segunda-feira.

Assim que a crise ganhou maiores proporções, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, saiu de Brasília com direção a Manaus e se reuniu com o governador amazonense, José Melo, e demais autoridades locais. Juntos, decidiram transferir as lideranças do massacre para diferentes presídios federais do Brasil.

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Em coletiva na noite desta segunda-feira, Moraes revelou que conversou com o governador Melo e com o presidente Michel Temer para tratar soluções emergenciais para Manaus. Segundo o ministro, R$ 1,2 mi serão repassados ao Amazonas para investimento em novas unidades prisionais.

Sérgio Fontes, secretário estadual de segurança, informou que a chacina em Compaj se justifica pela briga entre facções pelo comando do tráfico de drogas. De acordo com ele, presos vinculados à Família do Norte (FDN) barbarizaram apenados vinculados ao Primeiro Comando da Capital, o PCC.

Por outro lado, Moraes descartou a ida de agentes da Força Nacional para Manaus. Ele explicou a opção por entender que não há risco na segurança fora dos presídios, de modo que, em suas palavras, "não há insegurança pública".