A alimentação, sem dúvidas, é uma das maiores preocupações dos brasileiros. Em plena crise, a salvação de muitas mesas é o velho e bom arroz e feijão. A parceria dos grãos é aclamada pelos nutricionistas, já que eles tem a maior parte dos nutrientes de que é necessário para uma boa sobrevivência humana. No entanto, comer bem não requer somente recursos financeiros, como também cuidado e atenção. Nesta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir a venda de uma das marcas de arroz mais conhecidas do Brasil, a Favorito. Especialistas encontraram na marca muitas larvas. No entanto, não só isso.

Para as pessoas que odeiam só falar neles, cuidado, parte de um lote do arroz tinha pedaços de insetos e cocô de rato.

Publicidade
Publicidade

Isso mesmo. Os excrementos dos roedores foram encontrados no lote de número 204 do produto. Ele teve a sua proibição evidenciada em todo o território nacional. A Anvisa, através de diversas pesquisas e exames realizados, acabou detectando que boa parte desse arroz já tinha até sido distribuído e estava sendo vendido em supermercados de uma cidade de Minas Gerais, Contagem. O arroz era distribuído pela empresa Total Cesta Básica de Alimentos Ltda. Por conta dos elementos encontrados no alimento, a Anvisa diz que há sim perigo de consumir este lote específico do alimento.

Trabalho na retirada de alimentos de mercados de todo o país

A agência costuma proibir determinados lotes de produtos com frequência, evitando assim uma possível intoxicação alimentar, que nos casos mais graves pode gerar até a morte.

Publicidade

A empresa está tendo que recolher os lotes que estão em mercados. O arroz tem validade até o mês de fevereiro de 2017. A marca ainda não teria se pronunciado, mas pode pagar até multa, caso descumpra a decisão dada pela agência vinculada ao governo.

O que você faria, caso descobrisse que algum alimento de sua casa possa estar contaminado com cocô de rato? Não esqueça de deixar o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós. #Crime