Pouco antes da virada do ano novo, no dia 31 de dezembro, uma casa em festa acabou virando uma tragédia, uma #chacina jamais vista.

O #atirador, o técnico de laboratório Sidnei Ramis de Araujo, estava em processo de divórcio e já havia tentado por várias vezes conversar com a ex-esposa para uma reconciliação. A maior luta do casal estava sendo pela guarda do filho, que estava com a mãe.

Enfurecido com a esposa, Sidnei resolveu fazer a sua própria festa particular que desta vez acabou levando terror à Rua Pompílio Morando, próximo ao Shopping Unimart, em Campinas.

Segundo relatos, o técnico teria pulado o muro na hora que iria iniciar a comemoração do réveillon, atirou em quem viu pela frente e foi para o quarto onde se encontrava a ex-mulher e o filho.

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Sidnei, sem pestanejar, atirou na ex e em seu filho. Foram vários disparos e os convidados que estavam na casa pensaram que eram fogos que estavam soltando na rua.

Em seguida, o autor dos disparos saiu do quarto e começou a atirar em mais pessoas, conseguindo o feito de matar 10 pessoas, além da sua ex e filho.

Um homem de 44 anos, com o intestino perfurado e um tiro no joelho, teve que se fingir de morto para poder sobreviver. Outro sobrevivente da chacina foi um adolescente, que disse que foi coisa de filme americano e acabou se escondendo no banheiro porque percebeu que não eram fogos. O adolescente contou para o repórter Gustavo Biano, da EPTV, que Sidnei tentou por várias vezes arrombar a porta e não conseguiu.

Outro sobrevivente contou que ouviu Sidnei dizer para Isamara, sua ex: "Vou te matar, você tirou o meu filho".

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A testemunha também informou que o casal passou por um um início de batalha judicial porque, segundo Isamara, Sidnei teria abusado do filho João.

Após matar doze pessoas, o atirador acabou tirando a sua própria vida. Ele deixou em seu carro uma mensagem se desculpando por todo o mal que fez.

Vizinhos informaram que nunca tinham ouvido qualquer tipo de brigas ou discussões ao longo do ano e que Sidnei era um pai bem presente. #Crime