O avião onde morreram Teori Zavascki e mais quatro pessoas foi muito investigado por meio de um banco de dados na internet que traz informações e imagens de todas as aeronaves que existem no país.

Resta saber quem ficou monitorando intensamente a aeronave, que somente no dia 3 de janeiro teve a imagem acessada quase 1.900, conforme informação dada em primeira mão pelo jornalista Cláudio Tgnolli, ainda no fim da noite desta quinta-feira (19).

O jornalista recebeu essa informação de um policial federal que participa das investigações sobre o acidente. Em um vídeo publicado em seu canal no Youtube, o jornalista diz que esse dado é um elemento importante para a linha de investigação criminal.

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“Se é teoria da conspiração ou não, não sabemos, mas o fato é que essa informação de que a aeronave estava sendo monitorada está sendo analisada pelos investigadores”.

Na base de dados, chamada Beechcraft, a ficha contendo os dados e a foto do avião foi clicada num mesmo dia exatas 1.885 vezes. Isso aconteceu em 3 de janeiro, 16 dias antes da queda em Paraty.

Para os policiais, esse incomum interesse demonstra que alguém estava estudando e tentando se aprofundar exatamente neste veículo, cujo prefixo é PRSOM, exatamente o mesmo do acidente, conforme é possível verificar na imagem.

Até a manhã desta sexta-feira (20), as equipes de resgate ainda tentavam resgatar o quinto e último corpo da aeronave, próximo à Ilha Rasa, a cerca de 4 quilômetros da cabeceira da pista do aeroporto de Paraty, no Rio de Janeiro.

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Este último cadáver acabou sendo retirado no avião por volta das 11h30. Segundo os Bombeiros, o quinto corpo foi o do piloto do avião, Osmar Rodrigues. Alguns minutos antes as equipes retiraram uma mulher.

Os corpos do ministro Teori Zavascki, do empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras e das duas mulheres ainda não identificadas já teriam sido encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade vizinha de Angra dos Reis. O corpo do piloto também será levado para o mesmo local.

#Crime #Casos de polícia #Política