O projeto de implantação do Plano Nacional de Segurança em Aracaju, a partir de fevereiro, foi divulgada na noite desta sexta-feira (6). Entre suas metas para #sergipe está a diminuição das superlotações em complexos presidiários em 15% e a diminuição em 7,5% dos homicídios na capital sergipana. O assunto foi discutido entre o governador Jackson Barreto e o ministro da Justiça, Alexandre Moraes.

O município de Aracaju é uma das três capitais do Brasil a ter implantado no próximo mês o Plano Nacional de Segurança (PNS), de acordo com o ministro.

A proposta discutida em parceria com os Estados tem a intenção diminuir em 7,5% os crimes com mortes nas capitais e outros municípios de suas metrópoles, buscando aumentar a elucidação dos casos, através de uma investigação mais rápida, em até 20% nas capitais e municípios metropolitanos.

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O planejamento tem ainda a meta de manter informação completa e particularizada no momento da ação, sendo um monitoramento em tempo real nas dependências dos presídios até o ultimo mês do ano. O objetivo é reduzir a grande lotação encontrada no ambiente prisional até em 15% até no ano de 2018, buscando controlar em até 10% a apreensão de drogas e armamentos neste ano e em até 15% a quantidade de drogas apreendidas no próximo ano.

O governador de Sergipe ressaltou a implantação do Plano de Segurança foi definido por ele e o ministro da #Justiça. “A proteção da população é uma de nossa preocupação. Temos disponibilizado bastante recurso na segurança, aparelhos para utilização dos policiais e equipamentos, crescendo o efetivo dos grupamentos, restando apenas o apoio do governo federal para diminuir os números de violência”.

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afirmou o governo.

De acordo com o ministro da Justiça, além do município de Aracaju, outras capitais, como Porto Alegre e Natal, foram contempladas para darem início ao Plano Nacional de Segurança em fevereiro. A escolha das cidades tem haver com o número de crimes que cada região apresenta. Segundo Alexandre Moraes, 31% dos crimes com mortes no país ocorrem em capitais. Em 2018, o plano será ampliado para outras metrópoles brasileiras. Incluindo os municípios com que fazem limites. Serão 209 cidades no próximo ano, que somam 54% dos crimes com morte no Brasil. As cidades abrangidas pelo Plano Nacional de Segurança representam 6% do total do país.

Um montante de R$ 2,9 bilhões será destinado para os Estados usarem na proteção à comunidade. As metas previstas pelo governo com o plano são: aumentos dos policiais que compõem a Força Nacional de Segurança, ajudar os Estados na investigação de crimes, ampliar o número de câmeras de monitoramento em rodovias de 98 para 935 e usar radiotransmissores digitais para combater o tráficos de entorpecentes nas divisas do país. #Casos de polícia