Um vídeo postado no YouTube na terça-feira (24) mostra a presença de alguns policiais do Vale do Itajaí (SC) abordando um homem, e vem gerando polêmica nas redes sociais. Nele, um homem visivelmente alterado, que está aparentemente com seu filho no colo é imobilizado com um choque de "taser", arma não letal utilizada pelos policiais para situações assim.

A mãe da criança de 3 anos havia entrado em contato com a PM acusando que o ex-marido teria levado o filho deles à força. "Entrou dentro da minha casa arrebentando a minha porta. Ele puxou o menino pra fora da residência, mas ele não tinha permissão para levar o menino", disse a mulher em entrevista.

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A Polícia Militar informou que o homem de 24 anos, teria saído com o filho às 16h, voltou para a casa da ex-mulher já próximo da meia-noite. A polícia ficou esperando o rapaz no local. Bastante irritado, o homem queria saber o que a polícia fazia no local e quem que havia chamado, usando o menino como escudo para não ser preso. "Solta o menino, solta o menino. É a última vez que eu falo", diz um dos PMs que aparecem no #Vídeo antes do homem levar o choque.

Veja o vídeo:

Várias pessoas que assistiram esse vídeo, deixaram suas opiniões, alguns a favor do policial e outros contra a ação. "Nojento, inaceitável, inconcebível. Se a polícia está atacando o rapaz, tem que reagir mesmo". "A criança não foi atingida, o choque só age no corpo do atingido, ele estava usando o próprio filho como escudo, o que demonstrava o cretino que é".

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"Nojento é um bêbado usando uma criança de escudo humano". Esses são alguns dos comentários.

A PM relatou que a criança não foi atingida e não sofreu dano algum e que o homem além de resistir à prisão, estava dirigindo embriagado e colocando a vida do próprio filho em risco. Porém, o rapaz considera que a atitude foi exagerada dos policiais, e disse que não resistiu em momento algum à prisão.

Todas as informações foram passadas pela RBS TV, que até o momento não divulgou mais nada sobre o assunto. A criança já está com a mãe e ambos passam bem. #Polêmica #Casos de polícia