Na virada do ano, o Brasil foi vítima de grandes rebeliões. A primeira delas foi registrada em um presídio do Amazonas, mais precisamente na capital Manaus. A segundo foi em Roraima. Somados os conflitos, quase cem presos foram mortos por seus colegas de presídio em um massacre bárbaro, que supera muitos filmes de terror. Eles foram esquartejados e decapitados, em sua grande maioria. O #Crime não existe somente em prisões de homens, mas também em penitenciárias femininas, como mostra uma reportagem do site 'Congresso em Foco' publicada nesta terça-feira, 11. As imagens são de uma unidade conhecida como Colônia Penal Feminina do Recife, na zona oeste da cidade.

O vídeo divulgado pelo portal é bastante polêmico e causa revolta.

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Na unidade pernambucana, presas colocam som alto e dançam o famoso 'Rala Coxa'. Algumas estão em um clima de amizade tão sério que até fazem selfies. Nenhuma utiliza uniforme. Pelo contrário, elas, no geral ,estão até maquiadas para ficarem dentro na unidade prisional. A festa é chamada pelas próprias detentas como "bonde do prato". Isso porque além da dança, há um prato, no qual cocaína é despejada e elas dividem as inaladas na droga. Muitas também exibem copos de cerveja enquanto dançam. Uma das detentas, diferente das demais, faz questão de mostrar que está usando uma droga e mostra com a mão as trouxinhas, que nesse caso seriam de maconha.

O vídeo, que circula pelo Whatsapp, teve sua autenticidade confirmada pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos de Pernambuco. A festa teria sido para comemorar o ano novo.

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A penitenciária feminina tem capacidade para receber duzentas mulheres, mas está mega lotada. Atualmente, setecentas detentas precisam dividir o espaço.

Veja abaixo o vídeo que mostra a polêmica festa na prisão feminina. Nas imagens, as presas aparecem fazendo vários delitos, inclusive, consumindo drogas. O vídeo é apenas uma das muitas provas de que o sistema penitenciário brasileiro está falido? Não esqueça de deixar o seu comentário. A sua opinião é sempre importante para todos nós e ajuda a criar o diálogo a respeito desse tema.

#Investigação Criminal