Na madrugada do último sábado (07) mais uma #Crise explodiu em uma penitenciária do País. Dessa vez, o fato ocorreu na Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal, no estado do Rio Grande do Norte. Uma denúncia por parte de um detento, mexeu com as autoridades locais, a respeito da fuga de quatorze presos da #Prisão, que quase resultou em mais uma tragédia que vem abalando diariamente o sistema penitenciário do País. A crise de segurança pública presente em grandes penitenciárias, principalmente das regiões Norte e Nordeste do Brasil, acabam por fomentar um clima de #Violência nas principais capitais, oque acarreta aumento de casos de criminalidade nas estatísticas dessas regiões.

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Fuga planejada

De acordo com revelações altamente relevantes e em caráter de anonimato, feitas por um preso que foi recapturado durante a fuga de sábado de detentos de Natal, no Rio Grande do Norte, um soldado da guarita da prisão potiguar, teria facilitado a fuga dos detentos da penitenciária, segundo confissões do detento às autoridades. Segundo as investigações, a fuga dos presos, poderia ter alcançado o custo de R$ 30 mil. As informações do preso que teve a identidade preservada, foram divulgadas pelo delegado Pedro Paulo Falcão. O detento afirmou ainda que esta seria a segunda vez que a tentativa de fuga teria ocorrido através do meio em que se pudesse corromper servidores públicos. O detento ressaltou que na primeira vez, chegou a efetuar um pagamento de R$ 3 mil a um agente público penitenciário.

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Já em relação à fuga ocorrida na madrugada do último sábado, "o planejamento da fuga estava se delineando já há 30 dias", segundo o preso. Ele ressaltou ainda que o policial que tem a identidade preservada, chegou a declarar que a véspera de Ano Novo, não seria possível que se empreendesse a fuga dos presos, porém, "tudo daria certo para este mês". De acordo com as revelações, cada um dos presos que fugiram, teriam disponibilizado cerca de R$ 3 mil à mulher de um dos detentos, que repassaria a quantia para o guariteiro. A denúncia do preso será investigada pela Polícia Civil, com o apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Caso comprovadas as alegações do detento, um procedimento administrativo para apurar a conduta do policial poderá ser instaurado.