Desde a tarde do domingo, 1, acontece uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). O presídio está localizado na capital do Amazonas, Manaus. Mesmo estando em uma região afastada dos grandes centros, o que acontece no local chama a atenção de todo o país. O número de mortos e feridos dentro do local somente aumenta. De acordo com o R7, seriam mais de 80 mortos. No entanto, fontes da polícia local dizem que, pelo menos, 150 pessoas teriam falecido durante a #Rebelião, comandada por um grupo criminal de São Paulo. Na confusão, pelo menos trezentos presidiários teriam fugido. Quinze deles foram recapturados.

Na nossa galeria de imagens, o leitor pode ver imagens do presídio antes da rebelião.

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Para ter acesso às fotos, basta ir no canto superior esquerdo desta reportagem. No entanto, alguns portais de notícias locais já publicaram vídeos e fotos de como estaria o local. As imagens são muito fortes. Cadáveres foram amontoados pelos corredores. Algumas mortes foram por decapitação e cabeças estariam sendo exibidas como troféus. A própria secretaria segurança não confirma o número de mortos, tampouco se a rebelião já seria controlada. Isso porque, assim como aconteceu na primeira vez, os presidiários poderiam novamente pegar os seus colegas de cela para fazê-los reféns.

Os mortos na rebelião são, em sua maioria, de presos que não fazem parte do FNMD, um grupo criminosa local, que funciona com uma espécie de PCC local. Segundo as autoridades, a tragédia do Amazonas pode virar a maior em uma penitenciária no Brasil, superando o massacre do Carandiru, em São Paulo, quando 111 presos foram mortos.

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Naquela ocasião, no entanto, as mortes aconteceram por conta de um confronto ente polícias e bandidos. Dessa vez, segundo as forças de segurança, na invasão, nenhum preso teria sido morto pelos agentes da lei.

Na sua opinião, é possível controlar uma situação como essa sem usar armas de fogo? Deixe o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós e ajuda a construir o diálogo. #Crime