As rebeliões que acontecem em todo o Brasil chamam a atenção da sociedade. Muitos brasileiros tem medo do que será do amanhã. A vida não tem sido fácil no país, quando índices da economia não param de cair e as oportunidades também vão ladeira abaixo com eles. Para completar a falta de perspectiva para o ano de 2017, diversas rebeliões atingiram o território nacional. A maior delas aconteceu em Manaus, no estado do Amazonas, onde 56 presos foram assassinados pelos próprios colegas. No entanto, em outros locais, muitas barbaridades aconteceram. É o caso da Penitenciária Regional de Caicó, o Pereirão. Ela fica próxima ao presídio de Alcaçuz, na região da grande Natal, no estado do Rio Grande do Norte.

De acordo com informações de sites locais, presos fizeram um princípio de rebelião na unidade.

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Alguns deles saíram das celas e começaram o motim. Um grupo chegou até à cozinha, onde são guardados os mantimentos dos próprios detentos. Em cima da comida que ainda seria feita, eles teriam urinado e defecado. Os mantimentos seriam para os próximos quinze dias. Com isso, as autoridades agora vão ter que se desfazer de toda a comida, o que está provocando uma tremenda revolta na região. "Deveriam fazer eles comerem essa mesmo. Manda lavar e entrega. Se fizer mal, a culpa é deles mesmo", disse um internauta, que não se preocupou tanto ao saber que os detentos poderiam comer seu almoço e janta com restos de fezes e urina.

Para evitar esse tipo de situação, a maioria das prisões no país possui serviço terceirizado. As quentinhas são levadas diariamente e diversas vezes ao dia no presídio. Geralmente, apenas o pão é feito na cozinha.

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Esse não seria o caso da penitenciária do Rio Grande do Norte, que nos últimos dias viu motins sem fim. É bom lembrar que a compra externa de comida tende a ser mais cara do que a produção dentro da própria penitenciária. Em média, um preso custa cerca de R$ 2.500 por mês. Caso ele esteja em um presídio federal, esses custos são elevados a R$ 15 mil mensais. #Crime