A professora de história, Denise Oliveira, publicou um post a respeito da morte da menina Sofia de 2 anos, morta no último sábado em uma lanchonete, vítima de bala perdida, e gerou muita polêmica. Em seu perfil do Facebook ela declarou que a morte da criança era uma “justiça divina”. E ainda acusa o pai da criança, Felipe Fernandes, policial militar do 16º Batalhão (Olaria), de pertencer ao 41º batalhão e participar do assassinato de 5 jovens em Costa Barros, Zona Norte do Rio de janeiro, que aconteceu em novembro de 2015.

No entanto Felipe Fernandes não faz parte do batalhão citado pela educadora, e os quatro policiais militares envolvidos no assassinato dos jovens, estão presos respondendo pelos crimes.

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Ela ainda declara que “ontem a dor de uma família, e hoje a dor da sua família”. A publicação gerou diversas críticas e muita revolta com o pensamento da professora. Que após receber as críticas e muitos xingamentos, ainda publicou mais dois comentários, o primeiro ela fala: “Justiça divina, já ouviu falar nisso? Pois é... Pra quem acredita, Deus não dorme, cobra!”, em outro ela reage aos xingamentos, e diz: “Ah, esqueci de dizer, podem xingar à vontade, Deus já fez a parte dele. A você só resta xingar mesmo. Kkkkkk".

Após a repercussão negativa de seu post a professora retirou sua conta da rede social do ar, mas muitas pessoas já haviam compartilhado o post que viralizou, e foi postado em muitos grupos, inclusive em grupos policiais.

Algumas pessoas que compartilharam o post solicitaram que alguém que conhecesse o pai da criança que mostrasse a ele, para que ela fosse processada.

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Outros relataram que valia a pena a família da criança visse algo desse tipo, pois já estavam sofrendo muito com a perda da menina. Todos compactuavam da dor da família de Sofia, e deixavam os pesares ao policial e sua família.

Ao ser procurada a Secretaria de Educação do estado do Rio de Janeiro, afirmou que fará uma sindicância para apuras os fatos, e que a educadora ficará afastada até o final da sindicância onde decidirá o futuro da professora.

A professora se manifestou através de e-mail, informando que não teve a intenção de ofender ninguém, segundo ela, apenas fez uma analogia a perda das famílias, que ficaram destruídas pela violência. Ainda disse não saber por que as pessoas deram esse “vulto” todo ao post. E finalizou dizendo que as pessoas não conseguiam fazer uma simples interpretação de texto. No e-mail a educadora informa também que excluiu sua conta do Facebook e que não pretende reativá-la.

#Crime #Casos de polícia