A ex-professora de João Victor Filier de Araújo, que foi assassinado pelo próprio pai na #chacina que aconteceu nas comemorações do ano novo, fez revelações surpreendentes.

A mulher, identificada como Tatiana Ferreira, disse que seu ex-aluno havia lhe dito durante uma comemoração do dia dos pais na escola, que não tinha nada o que comemorar, pois ele não gostava de seu pai, e iria matá-lo quando crescesse. As informações foram divulgadas pela professora durante o velório das vítimas em Capinas, no estado de São Paulo.

A professora relatou também que o menino assassinado pelo pai era um aluno exemplar, muito dedicado e responsável com suas tarefas.

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O assassino Sidnei Ramis de Araújo, só tinha permissão para ver o filho, em domingos alternados, ele tentava reverter esta situação na justiça. Segundo a professora na escola tinha o comentário que João Victor, teria sido abusado sexualmente pelo próprio pai.

A chacina que chocou o Brasil aconteceu durante a virada do ano, na cidade de Capinas, interior de São Paulo. Sidnei Ramis de Araújo invadiu uma casa onde estava havendo uma confraternização familiar e atirou em quinze pessoas, entre elas na sua ex-mulher e no seu próprio filho, e se matou em seguida. Das quinze pessoas atingidas pelos disparos, doze morreram no local.

Velório das vítimas em Capinas

Todas as vítimas desta tragédia estão sendo veladas juntas no cemitério da saudade, na cidade de Campinas, em São Paulo.

A chegada dos corpos foi logo no começo da noite deste domingo 1º de janeiro, familiares, amigos e populares que se solidarizaram com a situação lotaram o local.

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Angustiadas as pessoas se mostravam indignadas com tamanha barbárie.

Na única sala do memorial estavam os corpos de todas as vítimas, os administradores do local acreditam que a movimentação no local deve ser muito intensa. Já que o crime causou uma grande comoção social.

As vítimas devem ser sepultadas a partir das 9 horas, da manhã desta segunda-feira (2), os sepultamentos devem acontecer individualmente devido a quantidade de corpos. Familiares acreditam que cada enterro deve durar cerca de quinze minutos. #Casos de polícia #Morte