Foi recentemente anunciado pelo presidente Michel Temer a liberação do #saque de contas inativas do #FGTS. Tal medida tem como objetivo reaquecer a economia do país, tendo em vista que esta ação deverá injetar mais de R$ 30 bilhões de reais na economia brasileira – cerca de 0,5% do nosso PIB. Cerca de 10,2 milhões de brasileiros terão direito à realização de saques. De acordo com o governo, tal medida não deverá impor nenhum risco aos recursos do FGTS, uma vez que 86% dessas contas não ultrapassam o valor de um salário mínimo. Anteriormente, o saque de contas inativas só era permitido aos trabalhadores que estivessem desempregados há mais de três anos ou para aqueles que utilizariam o recurso com a finalidade de compra de imóveis.

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Saque do FGTS

Com essa mudança, qualquer trabalhador cujo afastamento do último emprego tenha ocorrido até 31/12/2015 passa a ter o direito de efetuar este saque. Anteriormente, havia sido anunciado que o saque seria limitado a R$ 1.000 por contribuinte, contudo, o governo confirmou que não haverá restrição neste sentido e que o trabalhador poderá sacar todo o valor que tiver disponível em suas contas inativas. Não é possível, contudo, a realização de saques de contas ativas do FGTS, ou seja, caso o trabalhador esteja atualmente empregado, a conta na qual a empresa realiza os depósitos mensalmente deve permanecer sem movimentações por parte do trabalhador.

Cronograma para contas inativas

O ministro do planejamento, Dyogo de Oliveira, informou que o governo deverá divulgar a partir de fevereiro de 2017 um cronograma para saque das contas inativas.

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Tal cronograma levará em conta a data de nascimento dos trabalhadores e deverá ser utilizado a fim de que o processo seja realizado de forma mais organizada. Os beneficiários poderão consultar o extrato das contas inativas de FGTS através dos canais de atendimento da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas - tendo em mãos o Cartão Cidadão - ou, ainda, através de aplicativos para smartphones.

Outra forma de sacar o #Dinheiro atualmente é utilizá-lo como entrada na compra da casa própria ou para pagar parcelas do financiamento imobiliário.