Já não é mais novidade que a violência no Brasil está atingindo níveis alarmantes. As pessoas saem às ruas e, por um simples descuido, podem perder todos os seus pertences pessoais. No entanto, não é sempre que o criminoso consegue se safar. Um exemplo disso aconteceu na praia Grande, litoral de São Paulo. A travesti Dayane, que trabalha fazendo programa, foi surpreendida por um cliente ao ser trancada no banheiro e ter seus pertences todos roubados. Todavia, ela não deixou barato, usou as redes sociais para expor a foto do homem e contar sobre o fato.

Usando do Facebook, Dayane expôs todas a situação para seus milhares de seguidores.

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Ela relata que sábado (6) um cliente a convidou para ir a um hotel da cidade. Após terminar o programa, ela foi ao banheiro para se arrumar, todavia, foi surpreendida pelo homem. Aproveitando de um descuido de Dayane, ele a trancou dentro do banheiro e levou todos seus pertences pessoais. Ela diz que, antes do assalto, o homem pediu para adicioná-lo no Facebook, e isso fez com que tivesse acesso a todas as suas fotos. Ela encerra a mensagem pedindo para que as pessoas compartilhem a mensagem para que assim reaver seus pertences.

A publicação de Dayane deu certo. Ela conta que a família do rapaz entrou em contato com ela e decidiu ressarci-la. “O problema foi solucionado de tarde. A família dele entrou em contato comigo e me ressarciu, então eu fiquei de retirar as postagens. O importante é que eu vou poder comprar um celular novo", escreveu Dayane.

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Mesmo estando feliz em ser ressarcida, Dayane fez um alerta às pessoas sobre essa situação. Ela pede que o caso dela sirva de exemplo para outras pessoas. “Isso serve para que qualquer pessoa não deixe os pertences no quarto enquanto não estiver, porque fui usar o banheiro e fui roubada e trancada.” Ela aproveitou o momento para reclamar do atendimento do hotel. Ela diz ter interfonado para a recepção para destrancá-la do quarto, porém, eles demoraram cerca de 20 minutos. “Ele saiu sozinho e ninguém falou nada. E se ele tivesse me matado?", questiona. #Violência