Com base em decisões anteriores para casos semelhantes, a Defensoria Pública do Amazonas pediu para que o Estado pagasse cerca de cinquenta mil reais a cada família que perdeu um dos seus familiares presos durante a #Rebelião que ocorreu no estado do Amazonas. Tal como informa o site do jornal “O Estado de S. Paulo”, esse valor vai fazer com que o #Governo brasileiro esteja condenado a pagar uma indenização histórica que vai chegar ao valor de 3,2 milhões de reais, uma verba que até já foi defendida pelo próprio Executivo, que considera que a segurança dos presos tinha de estar sempre assegurada.

Rebeliões muito violentas, em que normalmente resultam muitas mortes, já não são propriamente uma novidade para o Estado brasileiro.

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Contudo, nas últimas semanas, uma série delas fez com que muitos brasileiros questionassem a eficácia da segurança prisional de determinados estados, principalmente do Amazonas, que registou uma das rebeliões mais sangrentas da história: sessenta e quatro mortos foram registados.

Por isso mesmo, e depois de analisado tudo o que aconteceu, a Defensoria Pública decidiu atribuir a culpa à administração estadual, que não conseguiu travar as fúrias de centenas de prisioneiros. Como garante o site do jornal "O Estado de S.Paulo”, o resultado dessas falhas graves de segurança são também devastadoras para as contas do Estado brasileiro, visto que o governo vai ter que pagar uma verba histórica para as famílias das vítimas.

O defensor público-geral, Rafael Barbosa, garantiu que, antes mesmo do pagamento das indenizações, membros das famílias com presos mortos vão ter que apresentar todos os dados, para depois receberam o valor que têm direito.

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Nas redes sociais, muitos brasileiros estão chocados com o valor apresentado pelo Estado, sendo que a maioria não considera sequer justo as famílias receberam qualquer tipo de indenizações em caso de rebeliões. "E as vítimas e familiares que sofreram nas mão desses marginais vão receber o quê?”, questionou um dos muitos internautas revoltados com esse valor histórico que vai ser pago em um futuro muito próximo.