Bim da Ambulância, o #vereador do PSDB que posou de helicóptero em uma praia do Espírito Santo, acabou sendo preso, mas já encontra-se em liberdade. Ele foi o sexto vereador mais votado de Belo Horizonte nesta última eleição e teve a autorização da Justiça Federal do Espírito Santo para deixar o Centro de Detenção Provisória II, na noite deste último sábado (28).

Na manhã de sexta-feira (27), o parlamentar chegou a ser preso em flagrante, em uma praia de Guarapari, onde pousou de helicóptero. Bim da Ambulância é piloto e ele é quem estava no comando da aeronave.

O vereador mineiro colocou a vida de muitas pessoas em risco, pois a praia estava lotada no momento em que o helicóptero posou.

Publicidade
Publicidade

Marcos Luiz Nery, advogado responsável pelo caso, explicou que não havia nenhum motivo para ele ter feito isso, colocando a vida dos banhistas a perigo à toa.

José Eduardo do Nascimento, o juiz federal que relaxou a prisão do vereador, disse que a prisão não "se mostra viável do ponto de vista da legalidade" e justificou-se dizendo que não era um alvará de soltura. Ainda, de acordo com o juiz, o fato do helicóptero ter pousado na praia não levou risco para as pessoas, já que o local é grande e essa é uma aeronave apropriada para pousar em locais com espaço restrito. Para o juiz federal, a prisão do vereador da capital mineira foi ilegal.

Nas redes sociais muita gente se assustou com a rapidez com que o vereador deixou a prisão. Quem estava presente na praia, no momento em que o helicóptero pousou, alega que foi um grande susto e principalmente as crianças correram risco de vida sim, mas o juiz não concorda com isso.

Publicidade

Mas o vereador não tem apenas essa acusação contra ele, pois anda tem o fato da aeronave estar registrada em nome da empresa "Embrasystem", que é administradora da BBom. Essa empresa diz que é vendedora de rastreadores para carros e outros veículos, só que ela vem sendo investigada pelo Ministério Público de vários estados, sendo suspeita de ser na verdade uma pirâmide financeira. #Corrupção #Casos de polícia