Um vídeo com cenas de violência entre duas jovens residentes de uma favela de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, está correndo as redes sociais. As imagens trazem como protagonista uma menina morena, apontada como Paam Garcia. Ela bate em uma outra adolescente loira, identificada como Vih Souza.

A segunda aparece o tempo tomando uma coça da primeira. O motivo? Homem. A espancadora estaria extremamente zangada porque a rival, que se dizia amiga, teria ficado com seu namorado.

No post que se popularizou, há a descrição de que Vih teria ido dormir na casa da colega e ficado com o companheiro dela. E o companheiro, quem seria? Um jovem soldado do #Crime, cuja foto também foi publicada, porém sem identificação do sujeito.

Publicidade
Publicidade

Como o caso não foi publicado em veículos profissionais de imprensa, não é possível ter a confirmação das informações trazidas no post, que ainda se refere às duas como o apelido machista de “marmitas de bandido”.

No perfil de Paam, ela se identifica como “princesa do Wendell”. Seria ele o pivô do arranca rabo? Não é possível afirmar com certeza. O que é possível dizer é que Vih Souza acabou levando a pior.

No vídeo gravado por outra adolescente e publicado no Facebook, Paam agarra a adversaria pelos cabelos e dá muitas joelhadas na cara dela. A vitima chora e pede desculpas. A espancadora não aceita e a todo momento grita “Você não dizia que era minha amiga?”.

As cenas de agressão continuam, inclusive com o incentivo da cinegrafista amadora, que impede que terceiros separem a briga: “Deixa moça, uma é a mulher e outra é a amante”.

Publicidade

E ainda diz: “Quebra a cara dela, arrasta ela no chão”.

Depois de muitos tapas e joelhadas, a agressora bate a cabeça da ex amiga em uma estrutura de concreto. Depois a arrasta pelo meio da rua até começar uma nova sessão de tapas na cara. “Tu não saía com ele não?”, pergunta. Ao receber negativas e desculpas Paam diz para a amiga que filma: “amostra aí a conversa no zap (sic)”.

E a pancadaria recomeça, até que ela começa a levar a menina a um local que não fica claro onde é. O vídeo termina após quase três minutos de violência, sem que qualquer pessoa interfira para salvar a garota agredida.

#Casos de polícia