Nesta última semana, finalmente os invasores que ocupavam a casa de Fernanda Souza, de 33 anos, deixaram o local, devido instrução da justiça. A mulher havia saído da residência no bairro Portinari, em Ribeirão Preto, São Paulo, para acompanhar a mãe que estava em tratamento devido a uma doença. Foram três meses longos na capital para a recuperação, e quando voltou sua vida estava de cabeça para baixo.

Um casal havia invadido o local e se recusava a sair dizendo que teria comprado a residência na mão da tia de Fernanda, por um valor que chegaria perto de duzentos mil reais. Fato que a vítima nega, e disse que na realidade os dois criminosos tomaram posse do imóvel e se aproveitaram pelo fato de que não havia ninguém por tanto tempo.

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O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, a princípio moravam na residência cotidianamente a mãe e a tia de Fernanda. Ela e o marido, como trabalhavam em São Paulo ficavam em migração pendular e iam a Ribeirão a cada duas semanas, também para cuidar da mãe que já é idosa.

Além de ter a casa ocupada, vizinhos relataram à vítima que vários objetos pessoais que foram deixados dentro da residência, como móveis, eletrônicos, teriam sido levados pelo casal no momento em que deixaram o local essa semana. Inclusive ao chegar ao imóvel ela percebeu que o carro da família não estava na garagem. Depois da denúncia de invasão, o veículo foi encontrado pelos policiais na zona oeste da cidade.

A justiça já determinou a reintegração de posse, e daqui a poucos dias Fernanda poderá entrar na casa novamente.

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Para o advogado de defesa é absurdo que uma coisa do gênero aconteça. Uma pessoa sai de casa, e quando retorna dois estranhos estão morando no lugar.

O caso com certeza configura #Crime, e os dois criminosos serão indiciados por invasão domiciliar, furto e estelionato. A polícia já investiga o casal e uma possível ligação dos dois com outros crimes. Para a proprietária do imóvel, é impossível voltar ao lugar sem um oficial de justiça acompanhando, uma vez que a mesma já sofreu inúmeras represálias e ameaças das duas pessoas que estiveram até pouco tempo na casa.

Enquanto tudo não estiver determinado pela justiça, ela ficará a mercê e terá que viver improvisadamente até que a situação se resolva. Ao que consta uma audiência está marcada para o dia quinze de março, onde serão determinadas as decisões pelo juizado. #Casos de polícia