No início da noite deste último domingo (5), uma execução em massa assustou os moradores que vivem em Porto Alegre I, bairro pacato de Porto Segundo, na Bahia. O #Crime deixou oito pessoas mortas, todas elas estavam dentro de uma residência quando tudo aconteceu. De acordo com o depoimento da equipe investigadora, os criminosos chegaram em bando até o local, carregando armas de grosso calibre.

Eles teriam invadido a casa e disparado contra os oito indivíduos que estavam lá dentro. Ao todo o grupo contava com nove criminosos que aparentemente carregavam fuzis e metralhadoras. Eles teriam ido até a residência com uma caminhonete de cor vermelha que foi localizada alguns quilômetros do local, ela foi encaminhada até o pátio da delegacia onde passará por exame pericial.

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Já ficou confirmado que o veículo tinha sido levado pelos bandidos depois de um roubos poucas horas antes de cometerem os assassinatos. Foi possível encontrar dentro da casa e na calçada cartuchos de fuzil do calibre 556. Para a Polícia Civil que investiga o caso uma das hipóteses é de acerto de contas, devido as características do crime, e por se tratar de um grupo grande homens armados. Ao todo foram encontrados cinco corpos no interior da residência e outros três estavam na rua em frente a casa onde tudo aconteceu.

Os investigadores ainda tentam localizar os bandidos, que conseguiram fugir antes da chegada da polícia. Para isso, câmeras de segurança de residências vizinhas devem ser analisadas, e testemunhas devem ser ouvidas. Uma varredura já foi feita no bairro na tentativa de encontrar vestígios de algum dos bandidos, mas até o presente momento não existem outras informações sobre o paradeiro dos assassinos.

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Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) onde passaram por serviço de necropsia por se tratar de morte violenta e na tentativa de definir maiores nuances sobre o crime. As vítimas não tiveram seus nomes divulgados e ainda não foram identificadas pelos peritos, assim como não foi feito o reconhecimento pelos familiares. Os policiais ainda tentam entender as motivações do crime, e continuam à procura dos criminosos.

#Casos de polícia