O fortalecimento para a promoção do protesto internacional veio a partir da manifestação promovida por #mulheres dos EUA (Marcha das Mulheres) contra o atual presidente Donald Trump. Destaca-se que o protesto foi um dos maiores, pois reuniu diferentes mulheres no mesmo ambiente.

Segundo a porta-voz Cecilia Palmeiro do movimento latino-americano, 'Ni una menos', se o trabalho de mulheres não vale, produzam sem elas. Assim, o grupo convoca todas as mulheres da Argentina para participarem de uma #Greve internacional.

O evento terá a adesão dos seguintes países: Austrália, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, República Checa, Equador, Inglaterra, França, Alemanha, Guatemala, Honduras, Islândia, Irlanda do Norte, Irlanda, Israel, Itália, México, Nicarágua, Peru, Polônia, Rússia, El Salvador, Escócia, Coreia do Sul, Suécia, Togo, Turquia, Uruguai e EUA.

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Segundo os grupos participantes, a principal finalidade do evento será estimular mulheres de qualquer profissão a deixar os locais de trabalho para protestar contra o que classificam como "injustiça misógina". Diante disso, as pautas que militam são contra o feminicídio, além da exploração no mercado de trabalho, também lutarão contra a desumanização e desierarquização das mulheres, pois consideram que mulheres ganham salários mais baixos quando comparadas com os homens.

Pretendem utilizar a greve como um instrumento político que almeja exteriorizar as demandas, além de intervir concretamente na ordem da produção. Ou seja, querem promover uma mudança social, econômica e política no mundo; defendendo pautas que resolvam seus problemas.

Greve internacional

Consta que a greve ocorrerá no Dia Internacional da Mulher, tendo começado a ser arquitetado após o forte movimento Argentino de mulheres em 19 outubro.

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De acordo com uma participante do evento, a luta é internacional, pois abrange diversos países, conclamando várias mulheres para aderirem ao evento.

A inspiração para a existência do protesto internacional veio do Dia Livre das Mulheres islandesas de 1975, episódio em que 90% das cidadãs largaram seus serviços laborais com o objetivo de promover uma enorme manifestação no país.

Com isso, querem uma manifestação internacional que, segundo membros de grupos femininos, apresenta como objetivo lutar contra a "opressão" machista além de combater a agenda globalista.